Thursday, November 17, 2005

Bleff



1º Quando Foi Formada a banda?
R. A Bleff teve seus acordes iniciais ressonados no final de 2001. Era um projeto de “um homem só”, pois eu estava saindo e consequentemente findando minha antiga banda, Sub-Consciente, aí pensei em fazer música (como sempre) e encontrei um antigo parceiro de música, o guitarrista Von Mühlen, conversamos e convidamos o baterista Tiago Heck, amigo e parceiro da Sub também... Bom, trocamos uma idéias, na época eu tocava contrabaixo e cantava (hoje estou na guita) e inauguramos a banda em março de 2002 já com uma seqüência de shows agendados no vale do sinos e região metropolitana (RS).

2º Qua é a Formação Atual
R. A formação atual conta com Adriano Antunes (baixo), Júnior Garcia (vozes e guitarra), Milton Saraiva (bateria) e Tiago Silva (guitarra). Essa é a mais nova formação, após a alteração da troca de baterista e da redução da terceira guitarra a qual tínhamos na banda.

3º Porque Bleff?
R. Bleff foi um nome pensado por mim já no projeto inicial, a primeira justificativa era porque eu pensava em fazer um lance só de estúdio, tipo, gravar baixo, guita, vozes, e trampar com umas baterias eletrônicas... Mas aí tudo mudou, voltei ao formato de trio, e o Bleff veio pro conta dos “bleffs” da vida, pela forma como os seres humanos tem em conseguirem capacitar-se para viverem se adaptando ao seu meio, pela forma como conseguimos nos articular por entre os múltiplos espaços cotidianos e assumir diferentes “identidades” que fragmentam a nossa subjetividade. Eu por exemplo, sou professor (de educação popular) em um espaço, em outro sou estudante, em outro trabalho no recursos humanos de uma empresa e ainda tem o preferido que é o lance da música (rsrs). O Bleff vai ao encontro dessa justificativa de dar uma de “camaleão” nessa diversidade humana. Outra justificativa do nome seria pela mescla de sons, é como o Bleff do jogo de cartas, pois quando se acha que estamos por “uma” sonoridade, já estamos por outra... A forma escrita, ganhou tal formato porque no inglês se escrevia bluff e no português blefe, interligamos os dois pra o BLEFF. Acho que isso é o suficiente (rsrs)

4º Onde Já Tocaram e qual Foi a Repercução?
R. Tocamos em inúmeras casas, festivais e eventos da região metropolitana, vale dos sinos e Porto Alegre (RS), mas acredito que o mais significativo pra banda, tenham sido as viagens ao interior do nosso estado e também nosso tour de divulgação do CD em Belo Horizonte (MG), onde fizemos quatro shows, além de uma boa distribuição do CD, aparição em rádios e tv locais.

5º Quais os Projetos Novos?
R. O nosso novo projeto é a pré-produção de um single virtual. Seguiremos divulgando o “A Vida em Preto e Branco” que saiu de forma independente em abril de 2005, mas como temos algumas músicas que não registramos, estamos dispostos a voltar pro estúdio e satisfazer esse desejo. Ela ou elas só sairão em formato on-line devido ao disco ainda estar sendo distribuído pelo menos até o ano que vem. Outro projeto seria também algumas participações da Bleff em coletâneas a nível nacional... Ainda não entramos em nenhuma com essa proporção e acreditamos que seria uma forma nova (para nós) podermos interagir com várias pessoas. Também tem o lançamento do nosso site que uns caras (profissionais) do ramo estão arquitetando, mas este só entrará no ar em janeiro de 2006.

6º Quantas musicas gravadas tem a Banda ?
R. No CD – A Vida em Preto e Branco tem nove faixas, mas temos alguns registros anteriores, gravamos um programa de uma rádio rock (Unisinos FM) na integra em um projeto que rolava entrevista e som ao vivo, nessa ocasião gravamos uns 16 sons. Também gravamos umas paradas mais lo-fi que ficaram ótimas, mas não distribuímos. Em 2003 gravamos três sons com boa qualidade, mas fizemos apenas 50 cópias desse promo.

7º Nos conte uma aventura da banda ?
R.

8º Gostaria de Tocar em Catanduva tem como vir?
R. Buenas, acredito que todo o convite é bem vindo, mas sempre é bom conversar em que termos acontecem os show... Para nós irmos, acredito que se for bem planejado, conseguimos sim...

9º Como é o Circuito de eventos no Rio Grande do Sul (RS).
R. No Rio Grande do Sul (RS) acontecem múltiplos eventos, existe um “cenário” forte. Há uma cultura diferenciada creio eu, temos um viés bem roqueiro, logicamente que há grande influência da mídia “dominante”, mas há uma mobilidade... Em São Leopoldo os bares rock(ers) estão meio extintos, mas sempre se viabiliza um espaço ou outro, as vezes inventamos uns inusitados e assim seguimos mantendo o underground. Rumamos de cidade para cidade, criamos vinculo com pessoas que articulam eventos assim como nós... Acredito que o circuito daqui é muito enriquecido, tanto que tem bandas que não tem grandes aparições em outros estados e conseguem sobreviver somente do seu trabalho por aqui e isso não é só na música, é no teatro, na literatura....

10º Considerações Finais e Contato .
R. Gostaria de agradecer o contato feito, a gentileza de terem me convidado para essa entrevista... E sugiro que os interessados entrem em contato conosco, para troca/venda/compra de materiais, ou mesmo para bater um papo ou trocar uns e-mails/ idéias/sows/contatos....enfim....

Contatos:

R. Aratiba, 39 B: Madezatti – São Leopoldo – RS

Cep: 93052-590

Fones:

(51) 35661130 ou 84122532

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