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O Speed Zine é um fanzine de música dedicado principalmente ao rock, metal, punk e progressivo, e suas diversas vertentes. O Speed Zine é uma fonte de informação indispensável para os fãs de Rock Metal Punk ... Apoio Cultural: PIX - $01,00, $05,00 e $10,00 https://livepix.gg/fernandoguitarbass ...
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MATÉRIA DO DIA – SPEED ZINE (EDIÇÃO DOS BAIXISTAS)
“O IMPÉRIO DAS QUATRO CORDAS: A ERA DOURADA DO BAIXO ELÉTRICO”
Por Mestre Fernando Carvalho – Speed Zine
Se existe um instrumento que atravessa décadas, estilos, revoluções e continua sendo o verdadeiro coração rítmico da música, esse instrumento é o baixo elétrico. Hoje, o Speed Zine dedica sua matéria principal a esse herói silencioso, esse samurai das frequências graves que transforma qualquer banda de “ok” em “lendária”.
E não é exagero.
2025 marca um período especial para os baixistas ao redor do mundo: crescimento no estudo, protagonismo nas bandas, novas tecnologias, e principalmente uma geração inteira redescobrindo o poder das quatro (ou cinco, ou seis) cordas.
Plataformas como TikTok, Reels e Kwai impulsionaram vídeos virais de baixistas criando linhas poderosas, transformando o instrumento em tendência mundial.
Artistas como MonoNeon, Henrik Linder (Dirty Loops) e Alissic colocaram o baixo em lugares onde ele não costumava brilhar.
Baixistas clássicos continuam influenciando novas gerações:
Geezer Butler (Black Sabbath) reprisado em milhares de covers semanais.
Steve Harris (Iron Maiden) e seu estilo cavalgado volta como febre entre iniciantes.
Geddy Lee (Rush) ganha nova onda de fãs após o documentário Geddy Lee Asks: Are Bass Players Human Too?
O rock pode sofrer na grande mídia, mas no underground o grave nunca foi tão alto.
41% dos novos estudantes escolheram o baixo como primeiro instrumento.
73% dos baixistas usam interface + app móvel para estudar.
85% buscam linhas simples e grooveadas antes de entrar no campo das técnicas avançadas.
52% dos baixistas < 25 anos querem tocar rock, metal, funk ou fusion.
O baixo voltou a ser cool — e voltou pesado.
Eletrônica interna mais robusta e precisa.
Captadores específicos e fabricação artesanal crescente.
Amps valvulados e combos com transdutores maiores.
A alta procura internacional por instrumentos de luthieria.
Baixo de qualidade virou investimento, não gasto.
O cenário nacional vive uma onda de baixistas incríveis:
Felipe Andreoli (Angra) — técnica absurda e presença global.
Fabrício Rocha — referência no groove brasileiro.
PJ (Jota Quest) — linhas sólidas, escola pop-rock brasileira.
Bruno Ladislau — presença marcante no metal.
Thiago Espírito Santo — o colosso do fusion brasileiro.
E nas ruas, palcos pequenos e bares underground, surgem novos nomes diariamente, mantendo o rock vivo.
“O baixo ensina uma lição que todo músico deveria aprender:
Quem sustenta o mundo pode não aparecer tanto, mas sem ele tudo desmorona.
Estudar o baixo é mergulhar no ritmo, na alma e no pulso da música.”
Se a guitarra é o fogo, o baixo é o terremoto.
Se a bateria é o motor, o baixo é o torque.
Se o vocal é a história, o baixo é a moral.
O grave voltou para o seu trono.
E quem domina as frequências baixas… domina o mundo.
🎤 SPEED ZINE — Matéria do Dia
“Riffs em Chamas: o que sacudiu o rock/metal nesta semana”
Por Mestre Fernando Carvalho
O palco mundial do rock segue em estado de ebulição: retornos estrondosos, revelações de cena e uma enxurrada de lançamentos. Se você ama barulho com intenção, leia até o fim — tem notícia que é tapa na cara e abraço ao mesmo tempo.
1) Metallica volta com força e arrasa Adelaide — turnê em clima de reinício
Os titãs retornaram a Adelaide com show explosivo, atraindo 50.000 fãs e lembrando ao mundo por que são a referência máxima do heavy. Setlist clássico, produção monstruosa e a reação apaixonada de fãs de várias gerações consolidam a banda como força que ainda dita padrões ao vivo.
O que isso significa: Metallica ainda vende estádio. Ainda educa público. Ainda prova que o metal pesado continua sendo experiência coletiva — e econômica — quando bem produzido.
2) Novembro com muita munição: calendário de lançamentos heavy/metal está recheado
Plataformas especializadas já listaram dezenas — centenas, em alguns relatórios — de lançamentos de hard rock e metal para novembro. O volume confirma uma safra criativa intensa: do sludge ao technical death, o mês trouxe material novo pra encher playlists e poles do underground ao mainstream.
que isso significa: Quantidade ≠ Qualidade, mas vitalidade é vitalidade — e as gravadoras (indies e majors) estão apostando no catálogo metálico para fechar o ano.
3) Novos nomes que você precisa ouvir — a cena que empurra o gênero adiante
Listas de “bandas para ouvir” de publicações como Louder/Metal Hammer destacam a nova safra que vem com fome: nomes como Face Yourself, Seven Sisters, Abduction e Luna Kills (entre outros) aparecem como apontadores de rumos — do revival NWOBHM a experimentações com som de videogame.
O que isso significa: O metal renova-se em ondas: parte pelo som, parte pela estética e parte pela nostalgia reimaginada. Fique de ouvido — futuros clássicos estão nascendo.
4) My Bloody Valentine volta aos palcos da Escócia — shoegaze histórico reencontra público local
A lendária banda confirmou show em Glasgow após mais de uma década, alimentando o culto ao Loveless e abrindo espaço para novas audiências mergulharem no muro de som característico deles. Eventos assim lembram que certas experiências sonoras ainda pedem espaço físico — e público fiel.
O que isso significa: Gêneros que dependem de textura sonora continuam relevantes ao vivo — e públicos especializados respondem com devoção.
5) Panorama: o rock/metal se move em três frentes — legado, massa e renovação
Nesta semana vimos os três movimentos claros: shows monumentais de lendas (Metallica), enxurrada de lançamentos (calendário de novembro), e o surgimento/aperfeiçoamento de novas forças (listas de “que ouvir”). Junte a isso retornos pontuais de bandas cult e você tem um mercado que respira — e exige escuta ativa.
⚡ Editorial — O recado do Mestre
“O rock e o metal não são fósseis: são feras que dormem e acordam em fúria. Esta semana, acordaram juntos. A lição? Não subestime o poder de um riff bem colocado, de uma turnê bem feita ou de uma banda nova com fome suficiente para morder o mundo.”
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🔥 SPEED ZINE — MATÉRIA DO DIA
Edição Rebelde • Rock & Metal • Assinado por Mestre Fernando Carvalho
Três notícias, três impactos, uma vibração única.
Segura firme o colete de spikes, porque hoje a cena inteira resolveu cuspir fogo ao mesmo tempo — e a Speed Zine está aqui pra documentar cada estilhaço.
Dave Mustaine apareceu ontem à noite no estúdio com um riff que parece ter sido arrancado direto do fundo de um vulcão.
Técnicos que estavam presentes relatam que, ao tocar o primeiro acorde, dois pedais derreteram e um estagiário pediu demissão por “excesso de metal”.
Mustaine declarou:
“Se isso não quebrar pescoços no primeiro refrão, eu regravo.”
A comunidade metálica está em alerta: Megadeth está prestes a abrir um portal dimensional de palm-mutes.
Courtney LaPlante apareceu nas redes sorrindo como quem planeja invadir o sistema nervoso de todo mundo.
O novo álbum promete misturar:
vocais etéreos
guturais demoníacos
grooves matemáticos
e coros celestiais que soam como anjos irritados
Se existe um limbo entre o metalcore e o astral, o Spiritbox montou acampamento lá.
A banda confirmou: o documentário que revisa 40 anos de caos organizado chega ainda este ano.
Depoimentos raros, trechos de bastidores, fitas jamais exibidas…
Uma frase do trailer deixou fãs arrepiados:
“O Sepultura foi criado por necessidade, não por escolha.”
Se isso não é espírito metal, nada mais é.
O rock e o metal não são gêneros: são revoluções de 3 minutos e 40 segundos.
Hoje, eles mostraram mais uma vez que não envelhecem — evoluem, mutam, quebram paredes e continuam famintos.
Enquanto o mainstream se preocupa com algoritmos, nós nos preocupamos com barulho, verdade e riffs suficientes para mover montanhas.
Prepare-se:
👉 Amanhã tem mais caos. Tem mais distorção. Tem mais Speed Zine.
Da simplicidade de uma demo ao legado de "O Anjo" no underground brasileiro Toda grande banda nasce de um sonho. Algumas começa...