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“Rock em Ação: Turnês, Festivais Épicos e o Pulso do Som que Não Para”

 


🎸 Speed Zine – Matéria do Dia

“Rock em Ação: Turnês, Festivais Épicos e o Pulso do Som que Não Para”

Por Mestre Fernando Carvalho

O ano de 2026 começou com o rock e o metal tão vivos quanto o amplificador de um riff clássico — chamando público, quebrando fronteiras e reinventando presença física e cultural. Das grandes turnês às estreias históricas no Brasil, aqui estão os fatos que estão moldando o universo do rock agora.


🔥 Iron Maiden e sua monumental “Run For Your Lives” Tour seguem dominando estádios mundiais

A lendária turnê comemorativa de 50 anos do Iron Maiden, que percorre Europa, Américas e já tem presença confirmada em Santiago (Chile) e outros pontos da América Latina, trouxe à tona o poder de um grupo que continua relevante após meio século. Wikipedia

É história viva em forma de enclausuramento sonoro: show grandioso, setlist profundo e fãs de várias gerações cantando juntos — uma lembrança de que o metal clássico ainda é rito coletivo.


🔥 David Lee Roth anuncia nova turnê norte-americana em 2026

O icônico vocalista do Van Halen, David Lee Roth, confirmou uma série de 30 shows nos EUA para este ano — um retorno impactante do frontman que ajudou a definir o hard rock dos anos 80. Xsrock

Aos 71 anos, ele demonstra que idade é apenas um número quando a paixão e a performance ainda comandam o palco. Este movimento ressoa para músicos mais jovens como um sinal claro: atitude não se aposenta.


🔥 Festivais gigantes em alta: Monsters of Rock e Bangers Open Air prometem datas inesquecíveis

O clássico Monsters of Rock Brasil está confirmado para 4 de abril de 2026 no Allianz Parque – São Paulo, com Guns N’ Roses, Lynyrd Skynyrd e Halestorm já no line-up. Reddit+1

Enquanto isso, o Bangers Open Air 2026 também toma forma com um line-up brutal que inclui Noturnall e representantes do metal nacional ao lado de nomes internacionais – provando que o Brasil é rota obrigatória para experiências pesadas. MeUGamer

Do metal clássico ao peso atual, os festivais continuam sendo o coração pulsante do rock ao vivo.


🔥 A estreia internacional do Unto Others no Brasil

Uma das bandas mais respeitadas do cenário moderno, Unto Others, confirmou sua primeira apresentação no Brasil em 28 de março de 2026 — um momento simbólico para a cena alternativa e pesada. Igor Miranda

Shows desse tipo consolidam o país como destino estratégico no circuito global de turnês, não só para nomes clássicos, mas para artistas que estão moldando o som pesado contemporâneo.


🔥 Novas vozes e novas tendências: os artistas que importam em 2026

Segundo observadores especializados, 2026 será um ano marcado por artistas emergentes que misturam rock, punk, metal e elementos experimentais, apontando para um cenário que não apenas revive tradições, mas cria novas estéticas e rupturas sonoras. Kerrang!

Isso confirma uma tendência que já víamos: o rock deixa de ser apenas um gênero isolado e passa a ser uma interseção de estilos e identidades, abrindo espaço para inovação sem perder suas raízes no peso das guitarras.


🔥 Rock + Metal clássicos completam 40 anos — e ainda ecoam

Alguns dos álbuns mais influentes de rock e metal estão completando 40 anos em 2026, reforçando a longevidade e o impacto histórico desses trabalhos que definiram gerações. Loudwire

Esse marco não é apenas nostalgia — é prova de que o rock clássico ainda informa, inspira e é redescoberto por novos públicos.


🎤 Análise Crônica – O Pulso Atual do Rock

O que une todos esses acontecimentos é uma palavra: movimento.

Não se trata de olhar para trás com saudade.
Trata-se de confirmar que o rock/metal continuam atuantes, relevantes, amplificados e participativos:

  • Turnês épicas que atravessam continentes.

  • Festivais que agregam história e contemporaneidade.

  • Estreias e primeiras vezes, como a de Unto Others.

  • Renovações e reinvenções com artistas novos e emergentes.

  • A força de nomes consagrados que ainda movimentam plateias gigantes.

O rock de 2026 não é espectro — é organismo em atividade.
Ele respira nos estádios, vibra nos clubes e pulsa nas veias dos fãs que não abrem mão da experiência ao vivo.

E é essa força coletiva que define o momento atual:
mais diversificado, mais arriscado e mais vivo do que nunca.


✍️ Conclusão — A Fênix Não Cessa

A cada notícia, a cada anúncio de turnê, a cada festival confirmado, vemos uma mesma verdade:

O rock não apenas continua — ele domina territórios, reconstrói narrativas e encontra novos caminhos.

E enquanto houver guitarras sendo afinadas, baquetas sendo trocadas, riffs sendo praticados, o Speed Zine continua de olho, no pulso, no coração e na alma do som real.

CONCLUSÃO: O ROCK NÃO VOLTOU — ELE CONTINUOU

 


O ROCK EM MOVIMENTO

O que realmente está mudando no rock mundial, por que o underground voltou a importar — e o novo papel do Brasil no mapa do som pesado

Durante anos, o discurso foi o mesmo: “o rock morreu”.
Mas quem dizia isso estava olhando para os lugares errados.

O rock não morreu — ele mudou de endereço.

Enquanto grandes festivais inflaram ingressos, algoritmos engessaram playlists e a indústria passou a vender nostalgia em pacotes premium, algo silencioso começou a acontecer nos porões, estúdios caseiros, selos independentes e palcos médios espalhados pelo mundo.

E agora isso está impossível de ignorar.


1. O QUE REALMENTE ESTÁ MUDANDO NO ROCK MUNDIAL

O rock deixou de pedir permissão.

A grande mudança não está no som em si, mas no modelo.
Bandas já não dependem mais de grandes gravadoras para existir, circular ou criar impacto. O eixo se deslocou para:

  • Produção independente de alto nível

  • Turnês mais enxutas, porém mais frequentes

  • Conexão direta com público real, não números inflados

  • Identidade estética forte (visual, conceito, discurso)

O rock atual não quer agradar todo mundo.
Quer representar alguém.

Isso explica o crescimento do stoner, do pós-punk, do hardcore moderno, do metal alternativo, do psych rock e de cenas híbridas que misturam peso, atitude e experimentação.

Menos rádio.
Mais verdade.


2. POR QUE O UNDERGROUND VOLTOU A IMPORTAR

O underground nunca morreu — ele foi ignorado por conveniência.

Agora, ele voltou a ser o lugar onde as coisas acontecem primeiro.

O público cansou do espetáculo plastificado.
Cansou de bandas que soam iguais, vestem igual e pensam igual.
O underground oferece exatamente o oposto:

  • Risco

  • Imperfeição

  • Identidade

  • Comunidade

Shows menores criam experiências maiores.
Bandas vendem camisetas como manifesto.
Discos voltam a ser obras, não produtos descartáveis.

O underground hoje não é sinônimo de amadorismo — é sinônimo de controle criativo.

E quem entendeu isso primeiro saiu na frente.


3. O NOVO PAPEL DO BRASIL NO MAPA DO ROCK

Durante muito tempo, o Brasil foi visto como mercado “exótico” ou puramente consumidor. Isso está mudando — rápido.

O Brasil hoje oferece três coisas que o rock mundial precisa:

  1. Público apaixonado e fiel

  2. Cenas locais vivas e diversas

  3. Bandas com identidade própria, não cópias

Não é coincidência que bandas internacionais estejam voltando com mais frequência, fazendo shows únicos, escolhendo clubes históricos e tratando o público brasileiro como prioridade estratégica.

Aqui, o underground não é moda — é sobrevivência.
E isso gera bandas mais casca-grossa, mais autênticas e mais preparadas.

O Brasil deixou de ser apenas plateia.
Está voltando a ser fonte.


CONCLUSÃO: O ROCK NÃO VOLTOU — ELE CONTINUOU

O que estamos vivendo não é um “revival”.
É um realinhamento.

O rock saiu do centro artificial da indústria e voltou para onde sempre pertenceu:

  • Garagens

  • Estúdios improvisados

  • Selos independentes

  • Palcos suados

  • Pessoas que acreditam no som

O underground importa porque ele diz a verdade primeiro.
O Brasil importa porque ainda sente a música com o corpo inteiro.

E o rock segue vivo porque nunca aceitou ser domesticado.

Speed Zine
Porque o som real não pede licença.

JUDAS PRIEST e outros CONFIRMA TURNÊ MUNDIAL “METAL MASTERS 2026”

 



SPEED ZINE

Nos Trilhos do Futuro

As Notícias Mais Quentes do Mundo Rock/Metal em 2026

Por Mestre Fernando Carvalho

O ano de 2026 não chegou em silêncio. Ele veio com amplificadores ligados, baquetas no ar e riffs que atravessam gerações. O rock e o metal, tantas vezes dados como “mortos” por analistas apressados, mostram mais uma vez que são forças culturais resilientes, mutantes e absolutamente vivas. O Speed Zine entra nesse novo ciclo com os olhos atentos, os ouvidos abertos e o espírito afiado.

A seguir, as notícias que estão moldando o presente — e o futuro — da música pesada.


1. RUSH ANUNCIA RETORNO PARA TURNÊ EM 2026

Poucas palavras causaram tanto impacto quanto essa: Rush está de volta. A banda canadense anunciou oficialmente uma turnê especial em 2026, com Mike Portnoy assumindo as baquetas em respeito e homenagem ao eterno Neil Peart. Não se trata de substituição — trata-se de reverência. O projeto promete celebrar o legado progressivo da banda com precisão técnica, emoção e maturidade artística. O mundo prog parou para ouvir.


2. JUDAS PRIEST CONFIRMA TURNÊ MUNDIAL “METAL MASTERS 2026”

O heavy metal em sua forma mais pura retorna às estradas. O Judas Priest anunciou a turnê global Metal Masters 2026, reafirmando sua posição como uma das colunas definitivas do gênero. Riffs cortantes, vocais de aço e uma produção pensada para arenas: o Priest mostra que o metal tradicional não apenas sobrevive — ele comanda.


3. ROADHOUSE 66 COMEMORA 30 ANOS ENTRE NOSTALGIA E ELETRICIDADE

O lendário festival Roadhouse 66 completa três décadas e prepara uma edição histórica. O evento promete unir nomes clássicos do rock com novas forças do cenário alternativo e pesado. É a prova viva de que tradição e renovação não são opostas — são complementares. O Roadhouse 66 segue como um ponto de encontro entre passado, presente e futuro.


4. SLAYER CONFIRMA RETORNO COM TURNÊ MUNDIAL EM 2026

Quando o Slayer fala, o underground escuta. A banda confirmou seu retorno aos palcos em uma turnê mundial que promete ser brutal, direta e sem concessões. Thrash metal visceral, sem maquiagem e sem nostalgia vazia. O Slayer retorna para lembrar que agressividade também é identidade cultural.


5. TRIBUTO AO PEARL JAM COM STONE GOSSARD E MATT CAMERON

O grunge volta ao centro do palco em um tributo liderado por Stone Gossard e Matt Cameron. Mais do que um show comemorativo, o projeto busca revisitar a essência emocional e social do Pearl Jam, reunindo músicos convidados e interpretações profundas. Uma celebração da música como voz de uma geração.


6. TOOL FINALIZA NOVO ÁLBUM E PLANEJA TURNÊ MONUMENTAL

O Tool encerrou oficialmente as gravações de seu novo álbum, um dos lançamentos mais aguardados da música progressiva contemporânea. Conhecida por sua abordagem conceitual, matemática e quase ritualística, a banda já sinaliza uma turnê grandiosa, com experiências audiovisuais imersivas. O prog moderno prepara mais um capítulo denso e provocador.


7. ARC OF COLLAPSE SURPREENDE E LIDERA NOVA ONDA DO HARD ROCK

Entre os nomes emergentes, o Arc of Collapse se destaca como uma das forças mais interessantes do hard rock atual. Combinando peso, atmosfera e identidade moderna, a banda lidera playlists, festivais e debates. Não é revival — é evolução. Um sinal claro de que o rock pesado continua se reinventando.


CONCLUSÃO — O SOM NÃO PARA

2026 deixa claro: o rock e o metal não vivem de passado. Vivem de movimento. Entre retornos históricos, homenagens respeitosas e novas forças criativas, o cenário mostra maturidade, diversidade e potência cultural.

O Speed Zine segue na linha de frente, registrando cada distorção, cada virada de bateria e cada nova chama acesa no amplificador da história.

Porque enquanto houver atitude, haverá rock.
E enquanto houver rock, haverá Speed Zine.

ESTÚDIOS CASEIROS DOMINAM OS BASTIDORES

 

NOS BASTIDORES DO ROCK: O QUE REALMENTE ESTÁ ACONTECENDO LONGE DOS PALCOS

Speed Zine – Editorial do Dia
Por Mestre Fernando Carvalho

Enquanto o público vê luzes, solos e refrões cantados em coro, o verdadeiro rock continua acontecendo longe do palco. Nos camarins apertados, nos ônibus de turnê, nos grupos de mensagem, nos estúdios improvisados e nas conversas que nunca viram manchete. É ali, nos bastidores, que o rock de hoje está sendo redefinido.

1. O RETORNO DO COLETIVO (E O FIM DO “EU” ABSOLUTO)

Nos bastidores do rock mundial e nacional, uma mudança silenciosa está em curso:
menos ego, mais coletivo.

Bandas que sobrevivem hoje são aquelas que funcionam como equipes, não como vitrines individuais. Há mais diálogo interno, mais decisões compartilhadas e menos tolerância a comportamentos destrutivos que eram romantizados no passado.

O mito do “gênio impossível” perdeu força.
O profissional consistente ganhou espaço.

2. SAÚDE MENTAL DEIXOU DE SER TABU

Outro assunto quente nos bastidores é algo que antes era empurrado para baixo do tapete: saúde mental.

Artistas estão:

  • Reduzindo turnês excessivas

  • Reorganizando agendas

  • Fazendo pausas criativas sem culpa

  • Buscando terapia e acompanhamento

O rock não ficou mais fraco.
Ficou mais consciente.

E isso tem refletido diretamente na qualidade dos discos e dos shows.

3. A GUERRA DOS BASTIDORES: ANALÓGICO x DIGITAL

Nos camarins e estúdios, a discussão é constante:
valvulado ou modelador? pedalboard ou plugin? fita ou DAW?

O que realmente acontece é um acordo silencioso:
os músicos mais experientes estão usando ambos.

O purismo caiu.
O pragmatismo venceu.

O foco voltou para o que importa: resultado sonoro e identidade.

4. O NOVO PAPEL DAS REDES SOCIAIS (SEM ILUSÃO)

Nos bastidores, ninguém mais acredita que “viralizar” resolve tudo.

As bandas entenderam que:

  • Redes sociais são ferramenta, não carreira

  • Conteúdo precisa ter constância

  • Show bom ainda é a base de tudo

  • Público real vale mais que números inflados

A fase do desespero por algoritmo está sendo substituída por estratégia de longo prazo.

5. ESTÚDIOS CASEIROS DOMINAM OS BASTIDORES

Uma realidade clara:
boa parte dos discos atuais nasce em home studios.

Gravações de guitarras, baixos, vozes e até baterias híbridas são feitas fora de grandes estúdios.
O dinheiro economizado vai para:

  • Produção artística

  • Capa

  • Divulgação

  • Turnê

O backstage do rock ficou mais técnico e menos luxuoso — e isso é positivo.

6. O RETORNO DO “APRENDER DE VERDADE”

Um movimento forte nos bastidores: músicos voltando a estudar.

Mais teoria.
Mais prática consciente.
Mais respeito ao instrumento.

A fase do “aprender só por vídeo rápido” está sendo questionada. Muitos perceberam que, sem base, não há longevidade.

O bastidor revela guitarristas, baixistas e bateristas reaprendendo fundamentos.

7. O ROCK NÃO MORREU — ELE MUDOU DE LUGAR

Talvez o maior segredo dos bastidores seja este:
o rock não sumiu, ele apenas não pede mais permissão.

Ele vive:

  • Em circuitos independentes

  • Em festivais alternativos

  • Em cidades fora do eixo

  • Em projetos autorais fortes

  • Em comunidades reais

Menos glamour.
Mais verdade.

CONCLUSÃO — O FUTURO ESTÁ SENDO CONSTRUÍDO AGORA

O que está acontecendo nos bastidores do rock é uma reconstrução silenciosa.
Menos excessos vazios.
Mais consciência, técnica e identidade.

Quem olha apenas para o palco perde a melhor parte da história.
É atrás da cortina que o rock está sendo forjado novamente.

E quando ele volta ao palco…
volta mais forte.

https://livepix.gg/fernandoguitarbass

, ..

O PROPÓSITO – A BASE QUE SEGURA TUDO

 


COMO FORMAR UMA BANDA NO MUNDO ATUAL

por Mestre Fernando Carvalho
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Introdução – A velha chama ainda queima
Formar uma banda continua sendo um dos maiores sonhos de qualquer estudante de guitarra, baixo, bateria ou voz. Apesar das mudanças do mercado, do avanço das redes sociais e da profissionalização do cenário musical, a verdade é simples: bandas ainda movem multidões, criam identidades e constroem legados. Para quem deseja entrar nesse universo, entender o caminho é tão importante quanto ter talento.

A seguir, um guia direto, técnico e inspirado, para quem quer montar sua banda e entrar no jogo real da música.

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1. O PROPÓSITO – A BASE QUE SEGURA TUDO
Antes de qualquer instrumento ser plugado, uma pergunta precisa ser respondida:
O que essa banda quer ser?

Existem quatro caminhos de propósito que definem quase tudo depois:

  1. Banda de repertório (shows, bares, casamentos, pubs, festas).

  2. Banda autoral (lançamentos, videoclipes, estratégia digital, turnês).

  3. Banda de projeto (experiência artística específica, projetos temáticos).

  4. Banda híbrida (repertório + músicas próprias).

Definir isso desde o início evita conflitos e cria um direcionamento sólido.

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2. O MERCADO – ENTENDER PARA ATUAR
O mercado musical atual funciona em duas grandes frentes:

A. Mercado de Palco (shows, eventos, casas noturnas)

  • Cresceu com a retomada pós-pandemia.

  • Bandas de rock clássico, pop rock e indie estão em alta.

  • Repertórios bem executados e com presença de palco continuam dominando.

B. Mercado Digital (Spotify, YouTube, TikTok, Instagram)

  • É onde a banda nasce para o mundo.

  • Lançamentos constantes geram relevância.

  • Clipes, bastidores, ensaios e trechos dos shows são fundamentais.

  • Bandas independentes crescem mais rápido hoje do que em qualquer outra época.

A regra atual:
Quem domina palco + conteúdo digital cria um ciclo de crescimento imbatível.

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3. O PÚBLICO – QUEM VOCÊ QUER IMPACTAR?
Não existe banda para “todo mundo”.
O público é construído a partir de:

  • Estética da banda

  • Repertório

  • Histórico das influências

  • Tipo de show

  • Comunicação nas redes

Exemplos de públicos:

  • Rock clássico

  • Punk/Hardcore

  • Metal extremo

  • Indie/Alternativo

  • Pop Rock

  • Música Instrumental

Cada nicho tem seus hábitos, suas casas de show, seus festivais, suas playlists.
Definir o público é definir o caminho.

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4. A EQUIPE – COMO ESCOLHER OS INTEGRANTES
Uma banda é uma sociedade artística e emocional.
Escolher integrantes é tão importante quanto escolher repertório.

Busque pessoas que tenham:

  • Compromisso real (ensaios, horários, agenda).

  • Conhecimento mínimo técnico.

  • Visão compatível.

  • Desejo de crescer.

  • Respeito e postura profissional.

Uma banda com músicos medianos mas unidos cresce mais que uma banda com virtuoses sem foco.

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5. ESTUDO – A FORMAÇÃO DOS MÚSICOS DE BANDA
O estudo é dividido em três frentes:

A. Técnica individual

  • Guitarristas: escalas, harmonia, riffs, acompanhamento, timbres.

  • Baixistas: groove, precisão, técnica da mão direita, fraseado.

  • Bateristas: métricas, dinâmica, consistência.

  • Vocalistas: respiração, impostação, resistência, presença.

B. Música de conjunto

  • Sincronização.

  • Divisão de frequências.

  • Arranjo coletivo.

  • Escuta ativa.

C. Repertório
O segredo é tocar junto, muitas vezes, a mesma música, até que tudo esteja “vivo”.

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6. EQUIPAMENTOS – O ESSENCIAL PARA COMEÇAR
Você não precisa ter o melhor equipamento do mundo.
Precisa ter o equipamento certo.

Guitarristas: guitarra confiável + pedal de drive + reverb/delay básico.
Baixistas: baixo confortável + compressor opcional.
Bateristas: kit simples bem regulado + pratos decentes.
Vocalistas: microfone próprio (essencial).
Todos: fones de ouvido para estudo e gravações.

No começo, estabilidade vale mais que luxo.

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7. ENSAIOS – O LABORATÓRIO DO SOM
A disciplina de ensaio define a qualidade da banda.

Regras práticas:

  • Nunca chegue sem estudar individualmente.

  • Grave os ensaios. Sempre.

  • Estabeleça metas por encontro.

  • Defina quem é o “diretor musical” do grupo.

  • Só aumente o repertório quando o atual estiver sólido.

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8. PRESENÇA DIGITAL – A VITRINE OBRIGATÓRIA
Hoje, uma banda precisa ser ativa em:

  • Instagram

  • YouTube

  • TikTok

  • Spotify (quando tiver músicas próprias)

  • Kwai (ótimo para alcance orgânico)

Conteúdos indispensáveis:

  • Trechos dos ensaios

  • Bastidores

  • Fotos conceituais

  • Lançamentos

  • Vídeos curtos com trechos poderosos

A banda que posta cresce.
A banda que some desaparece.

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9. PRIMEIROS SHOWS – COMO ENTRAR NA ROTA
Para começar, foque em:

  • Participar de festivais locais

  • Tocar em eventos comunitários

  • Fazer parcerias com casas pequenas

  • Organizar “mini eventos” com bandas amigas

  • Construir um histórico

Os primeiros shows são tijolos no castelo da sua trajetória.

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10. O MOMENTO ATUAL – A ERA DE OURO DOS INDEPENDENTES
Nunca foi tão possível formar uma banda, gravar material de qualidade e alcançar público sem depender de gravadoras.

Hoje é possível:

  • Gravar em home studio

  • Produzir videoclipes com celular

  • Fazer lançamentos estratégicos

  • Atingir milhares de pessoas sem investimento alto

Estamos vivendo a fase mais acessível e empolgante da história do rock para novos estudantes.

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Conclusão – A CHAMA DA NOVA GERAÇÃO
Se você está lendo isto, você já faz parte da geração que está reconstruindo a cena.
Novos guitarristas, baixistas, bateristas e vocalistas estão surgindo todos os dias, e cada banda que nasce fortalece o movimento.

Seja disciplinado.
Seja criativo.
E principalmente: monte sua banda e entre na roda.

O mundo precisa de novas histórias.
E talvez a próxima grande banda nasça exatamente onde você está agora.

“Velhas Lendas, Novos Trovões: Como os Ícones ainda Mandam no Jogo”

 



🎸 Matéria do Dia – Rock Clássico em Ebulição

“Velhas Lendas, Novos Trovões: Como os Ícones ainda Mandam no Jogo”

Por Mestre Fernando Carvalho

São Paulo — 3 dezembro 2025

Mesmo com décadas de história, algumas bandas e artistas clássicos não se aposentam — eles redefinem o palco, reescrevem o contrato e provam que os ossos podem envelhecer, mas o riff não. Esta semana reserva momentos de tensão, nostalgia e expectativa para quem ama o rock direto ao osso.


🔥 As manchetes mais quentes do momento:

• Deep Purple pode estar perto de se despedir — vocalista admite crise de saúde

O vocalista Ian Gillan, da lendária Deep Purple, admitiu publicamente que suas dificuldades de visão podem levar a um adeus aos palcos nos próximos meses. Ele afirmou que, caso sinta que não dará conta, prefere parar a tempo — “antes de ser um peso, quero ser qualidade, dignidade.” Loudwire

O peso da idade: A declaração traz um misto de nostalgia e urgência. Para os fãs, cada show se torna precioso; para o rock, cada riff se torna relíquia.

• Audioslave — material guardado continua à espera: Tom Morello anuncia que ainda não há previsão para lançamento de gravações inéditas

Apesar de rumores desde 2019, quando Morello revelou haver um “disco inteiro de músicas inéditas” guardado, as sessões persistem na gaveta. Em entrevista recente, ele declarou que não há planos concretos para liberar esse acervo tão cedo. Ultimate Classic Rock

O que ficou no silêncio: Para fãs de Audioslave e amantes de riffs crus pós-90, a notícia é um punhal. Trabalhos gravados, cheios de história e potencial, seguem fora do alcance — um lembrete de que nem todo legado é compartilhado.

• A lista dos 500 maiores riffs/songs de rock de todos os tempos busca os votos dos fãs — hora de escolher os seus imortais

O portal de rock clássico anunciou a abertura de votação para sua seleção definitiva das “500 maiores canções de rock de todos os tempos”. Do blues pesado à psicodelia, do hard rock clássico ao metal, a escolha será popular — e cada voto vale como testemunho de amor ao riff verdadeiro. hellorayo.co.uk

Por quê importa: Mais que rankings, essas listas atuam como pontes que conectam gerações — e ajudam a manter viva a memória dos que construíram o rock.


🧠 Análise Crônica do Mestre

O rock clássico está num momento de equilíbrio entre saudade e urgência. De um lado, nomes como Gillan e Deep Purple enfrentam o peso da idade; de outro, há enigmas não resolvidos — discos guardados em cofres frios, como os da ex-Audioslave — que alimentam a curiosidade, o desejo e a frustração.

Mas há algo pulsando: esse chamado dos fãs para celebrar, escolher, votar, revisitar, tocar junto — é a prova de que o rock não vive apenas no suor de palco: vive na lembrança, na reverência, no riff que continua girando nos toca-discos, nas memórias e nas playlist pessoais.

A formação de um clássico muitas vezes acontece fora da cena, em bancadas de mixagem, em fitas esquecidas. E cabe a nós — fãs, músicos e guardiões do tom — exigir, reivindicar, resgatar. Porque rock não é apenas passado: quando o riff é bom, ele nunca morre. Ele ecoa.


“Pulso Ativo: O Rock e Metal que Não Param de Mover o Mundo”

 


🎤 Speed Zine – Matéria do Dia

“Pulso Ativo: O Rock e Metal que Não Param de Mover o Mundo”

Por Mestre Fernando Carvalho

Catanduva São Paulo, 01-12-2025

Quando muitos declararam o rock como “gênero de museu”, ele resolveu responder alto — com turnês explosivas, lançamentos afiados e rampas de lançamento para uma nova geração faminta por som real. As notícias da semana mostram: o rock/metal não apenas respira — ele ruge, cresce e expande território.


🔥 Destaques que balançaram o cenário esta semana

1. Guns N’ Roses anuncia turnê mundial 2026 e novo single para dezembro

A lenda do hard rock não para: a banda confirmou uma turnê global para 2026, com diversas datas e passagens por América do Sul, Europa e América do Norte. Além disso, anunciou o lançamento de duas músicas inéditas“Nothin” e “Atlas” — na próxima terça-feira, 2 de dezembro, trazendo ao universo roqueiro a promessa de novo material oficial após um período de relativa calmaria. People.com+1

Por que importa: Quando GNR fala, o chão treme — e para nós, é sinal de que riffs, guitarras e atitude não morreram. É reafirmação que o rock grande ainda tem palco, fôlego e fome de novo sangue.

2. Radiohead retoma turnê após 7 anos — a dor, a mágica e a retina aberta

Depois de uma pausa de sete anos, a banda inglesa voltou aos palcos com uma turnê europeia com 20 shows, percorrendo capitais e arenas de peso. O retorno veio com reverência — e também com a certeza de que a arte pode ser passada adiante como cicatriz sonora. Wikipedia

Por que interessa: Radiohead nos lembra que o rock pode ser introspectivo, existencial e ainda sim atravessar décadas sem perder a relevância. Para guitarristas, baixistas e sonhadores: estudar composições intensas, atmosferas densas e som que não apenas agita — mas emociona.

3. Cresce a onda de tours e shows — imprensa aponta 14 turnês novas de rock/metal anunciadas só na semana passada

Segundo levantamento recente da mídia especializada, a última semana viu o anúncio de 14 novas turnês internacionais de rock e metal, atingindo desde nomes clássicos a bandas emergentes. Loudwire

Sinal de fumaça: A demanda por shows ao vivo está viva. E quem duvidou que o público largou o palco ao vivo queixo arriado — cuidado. O underground, o alternativo e o mainstream se cruzam de novo, no palco, sob o mesmo volume.


🧠 Observações & Crônicas do Mestre

  • Velhas feras, novo fôlego. GNR e Radiohead mostram que longevidade não é ausência de mudança — é adaptação com dignidade. É possível envelhecer e continuar essencial.

  • Turnês como oxigênio. Com tantos shows anunciados, o mercado mostra que aposta alto no ao vivo: dinheiro, movimento, encontros e adrenalina. Mas depende de quem leva o som — e de quem encara o risco com alma.

  • Infraestrutura de cena. Mais turnês = mais estrutura pra bandas pequenas abrirem porta, técnicos trabalhando, fanzines espalhando rumor e o underground borbulhando. Pra quem é de guitarra, baixo, bateria — é fôlego novo.

  • Para os músicos: preparem-se. Ensaiem, gravem, criem. Porque o palco volta com fome. Ele não espera por perfeição — espera por verdade.


✊ Conclusão do Mestre

“Eles anunciam turnês, lançam material e dizem que o rock morreu. A gente escuta o riff, sente a vibração no peito e responde: o rock nunca morreu — ele está apenas se reerguendo. E dessa vez, mais faminto, mais urgente, mais real.”

Então ajuste o pedal, limpe a palheta, afine a guitarra ou o baixo — o momento é agora. O palco espera. O público também. E o Speed Zine segue firme, pra registrar cada estalo de corda, cada grito gravado, cada alma que resiste no tom.

O retorno dos LOW-END HEROES do rock


MATÉRIA DO DIA – SPEED ZINE (EDIÇÃO DOS BAIXISTAS)
“O IMPÉRIO DAS QUATRO CORDAS: A ERA DOURADA DO BAIXO ELÉTRICO”
Por Mestre Fernando Carvalho – Speed Zine


Quando o mundo gira, quem segura o eixo é o baixista.

Se existe um instrumento que atravessa décadas, estilos, revoluções e continua sendo o verdadeiro coração rítmico da música, esse instrumento é o baixo elétrico. Hoje, o Speed Zine dedica sua matéria principal a esse herói silencioso, esse samurai das frequências graves que transforma qualquer banda de “ok” em “lendária”.

E não é exagero.
2025 marca um período especial para os baixistas ao redor do mundo: crescimento no estudo, protagonismo nas bandas, novas tecnologias, e principalmente uma geração inteira redescobrindo o poder das quatro (ou cinco, ou seis) cordas.


🔥 O QUE ESTÁ PEGANDO FOGO NO MUNDO DOS BAIXOS EM 2025

1. O renascimento do baixo como instrumento principal

Plataformas como TikTok, Reels e Kwai impulsionaram vídeos virais de baixistas criando linhas poderosas, transformando o instrumento em tendência mundial.
Artistas como MonoNeon, Henrik Linder (Dirty Loops) e Alissic colocaram o baixo em lugares onde ele não costumava brilhar.

2. O retorno dos LOW-END HEROES do rock

Baixistas clássicos continuam influenciando novas gerações:

  • Geezer Butler (Black Sabbath) reprisado em milhares de covers semanais.

  • Steve Harris (Iron Maiden) e seu estilo cavalgado volta como febre entre iniciantes.

  • Geddy Lee (Rush) ganha nova onda de fãs após o documentário Geddy Lee Asks: Are Bass Players Human Too?

O rock pode sofrer na grande mídia, mas no underground o grave nunca foi tão alto.


🔥 ESTATÍSTICAS DO UNIVERSO BAIXO — 2025

🎧 Pesquisa global de hábitos musicais (2024–2025):

  • 41% dos novos estudantes escolheram o baixo como primeiro instrumento.

  • 73% dos baixistas usam interface + app móvel para estudar.

  • 85% buscam linhas simples e grooveadas antes de entrar no campo das técnicas avançadas.

  • 52% dos baixistas < 25 anos querem tocar rock, metal, funk ou fusion.

O baixo voltou a ser cool — e voltou pesado.


🔥 O MERCADO DO BAIXO — POR QUE É TÃO CARO?

  • Eletrônica interna mais robusta e precisa.

  • Captadores específicos e fabricação artesanal crescente.

  • Amps valvulados e combos com transdutores maiores.

  • A alta procura internacional por instrumentos de luthieria.

Baixo de qualidade virou investimento, não gasto.


🔥 NO BRASIL: O BAIXO ESTÁ RONCANDO

O cenário nacional vive uma onda de baixistas incríveis:

  • Felipe Andreoli (Angra) — técnica absurda e presença global.

  • Fabrício Rocha — referência no groove brasileiro.

  • PJ (Jota Quest) — linhas sólidas, escola pop-rock brasileira.

  • Bruno Ladislau — presença marcante no metal.

  • Thiago Espírito Santo — o colosso do fusion brasileiro.

E nas ruas, palcos pequenos e bares underground, surgem novos nomes diariamente, mantendo o rock vivo.


🔥 A PALAVRA DO MESTRE FERNANDO CARVALHO

“O baixo ensina uma lição que todo músico deveria aprender:
Quem sustenta o mundo pode não aparecer tanto, mas sem ele tudo desmorona.
Estudar o baixo é mergulhar no ritmo, na alma e no pulso da música.”


🔥 CONCLUSÃO – 2025 É O ANO DO BAIXO

Se a guitarra é o fogo, o baixo é o terremoto.
Se a bateria é o motor, o baixo é o torque.
Se o vocal é a história, o baixo é a moral.

O grave voltou para o seu trono.
E quem domina as frequências baixas… domina o mundo.

“Riffs em Chamas: o que sacudiu o rock/metal nesta semana”

 



🎤 SPEED ZINE — Matéria do Dia

“Riffs em Chamas: o que sacudiu o rock/metal nesta semana”

Por Mestre Fernando Carvalho

O palco mundial do rock segue em estado de ebulição: retornos estrondosos, revelações de cena e uma enxurrada de lançamentos. Se você ama barulho com intenção, leia até o fim — tem notícia que é tapa na cara e abraço ao mesmo tempo.

1) Metallica volta com força e arrasa Adelaide — turnê em clima de reinício

Os titãs retornaram a Adelaide com show explosivo, atraindo 50.000 fãs e lembrando ao mundo por que são a referência máxima do heavy. Setlist clássico, produção monstruosa e a reação apaixonada de fãs de várias gerações consolidam a banda como força que ainda dita padrões ao vivo. 

O que isso significa: Metallica ainda vende estádio. Ainda educa público. Ainda prova que o metal pesado continua sendo experiência coletiva — e econômica — quando bem produzido.


2) Novembro com muita munição: calendário de lançamentos heavy/metal está recheado


Plataformas especializadas já listaram dezenas — centenas, em alguns relatórios — de lançamentos de hard rock e metal para novembro. O volume confirma uma safra criativa intensa: do sludge ao technical death, o mês trouxe material novo pra encher playlists e poles do underground ao mainstream. 

 que isso significa: Quantidade ≠ Qualidade, mas vitalidade é vitalidade — e as gravadoras (indies e majors) estão apostando no catálogo metálico para fechar o ano.

3) Novos nomes que você precisa ouvir — a cena que empurra o gênero adiante

Listas de “bandas para ouvir” de publicações como Louder/Metal Hammer destacam a nova safra que vem com fome: nomes como Face Yourself, Seven Sisters, Abduction e Luna Kills (entre outros) aparecem como apontadores de rumos — do revival NWOBHM a experimentações com som de videogame.

O que isso significa: O metal renova-se em ondas: parte pelo som, parte pela estética e parte pela nostalgia reimaginada. Fique de ouvido — futuros clássicos estão nascendo.


4) My Bloody Valentine volta aos palcos da Escócia — shoegaze histórico reencontra público local


A lendária banda confirmou show em Glasgow após mais de uma década, alimentando o culto ao Loveless e abrindo espaço para novas audiências mergulharem no muro de som característico deles. Eventos assim lembram que certas experiências sonoras ainda pedem espaço físico — e público fiel. 

O que isso significa: Gêneros que dependem de textura sonora continuam relevantes ao vivo — e públicos especializados respondem com devoção.

5) Panorama: o rock/metal se move em três frentes — legado, massa e renovação

Nesta semana vimos os três movimentos claros: shows monumentais de lendas (Metallica), enxurrada de lançamentos (calendário de novembro), e o surgimento/aperfeiçoamento de novas forças (listas de “que ouvir”). Junte a isso retornos pontuais de bandas cult e você tem um mercado que respira — e exige escuta ativa. 

⚡ Editorial — O recado do Mestre

“O rock e o metal não são fósseis: são feras que dormem e acordam em fúria. Esta semana, acordaram juntos. A lição? Não subestime o poder de um riff bem colocado, de uma turnê bem feita ou de uma banda nova com fome suficiente para morder o mundo.”

⚡ HOJE O SUBMUNDO DO SOM TREMEU




🔥 SPEED ZINE — MATÉRIA DO DIA
Edição Rebelde • Rock & Metal • Assinado por Mestre Fernando Carvalho


⚡ HOJE O SUBMUNDO DO SOM TREMEU

Três notícias, três impactos, uma vibração única.
Segura firme o colete de spikes, porque hoje a cena inteira resolveu cuspir fogo ao mesmo tempo — e a Speed Zine está aqui pra documentar cada estilhaço.


🩸 1) MEGADETH ABRE OS OLHOS DO MUNDO: NOVA FASE MAIS PESADA DESDE RUST IN PEACE

Dave Mustaine apareceu ontem à noite no estúdio com um riff que parece ter sido arrancado direto do fundo de um vulcão.
Técnicos que estavam presentes relatam que, ao tocar o primeiro acorde, dois pedais derreteram e um estagiário pediu demissão por “excesso de metal”.

Mustaine declarou:

“Se isso não quebrar pescoços no primeiro refrão, eu regravo.”

A comunidade metálica está em alerta: Megadeth está prestes a abrir um portal dimensional de palm-mutes.


🩸 2) SPIRITBOX CONFIRMA DISCO NOVO — E É “ATÉ AGORA NOSSO MATERIAL MAIS OBSCURO”

Courtney LaPlante apareceu nas redes sorrindo como quem planeja invadir o sistema nervoso de todo mundo.
O novo álbum promete misturar:

  • vocais etéreos

  • guturais demoníacos

  • grooves matemáticos

  • e coros celestiais que soam como anjos irritados

Se existe um limbo entre o metalcore e o astral, o Spiritbox montou acampamento lá.


🩸 3) SEPULTURA: TERRA BRASILEIRA TREME — DOCUMENTÁRIO OFICIAL GANHA DATA

A banda confirmou: o documentário que revisa 40 anos de caos organizado chega ainda este ano.
Depoimentos raros, trechos de bastidores, fitas jamais exibidas…

Uma frase do trailer deixou fãs arrepiados:

“O Sepultura foi criado por necessidade, não por escolha.”

Se isso não é espírito metal, nada mais é.


🖤 Editorial Speed Zine – Assinado por Mestre Fernando Carvalho

O rock e o metal não são gêneros: são revoluções de 3 minutos e 40 segundos.
Hoje, eles mostraram mais uma vez que não envelhecem — evoluem, mutam, quebram paredes e continuam famintos.

Enquanto o mainstream se preocupa com algoritmos, nós nos preocupamos com barulho, verdade e riffs suficientes para mover montanhas.

Prepare-se:
👉 Amanhã tem mais caos. Tem mais distorção. Tem mais Speed Zine.

Rock em Transe e Reconexão

 

Speed Zine

🎤 Matéria do Dia – Rock em Transe e Reconexão

Por Mestre Fernando Carvalho

São Paulo, 31/10 a 06/11 de 2025

O rock acordou — e com ele vieram ecos de dor, de reencontro, de novos batimentos. Nesta semana, o gênero não apenas sobreviveu: respirou fundo, renovou-se e nos entregou material para pensar mais que os solos, mas as histórias por trás deles.


🔥 As notícias que fizeram o amplificador tremer

• Ace Frehley cancela turê por motivos de saúde
O lendário guitarrista do KISS, 74 anos, anunciou o cancelamento das datas restantes de sua turnê de 2025, devido a “problemas médicos em curso”, após queda no estúdio e hospitalização. Ele afirmou que está focado na recuperação e no lançamento de Origins Vol. 3, sequência de sua série de covers. EW.com

Reflexão: Um aviso de que os ícones também têm limites. O palco espera — mas o corpo exige respeito.

• Aerosmith + Yungblud anunciam EP colaborativo após tributo a Ozzy
Depois de uma performance emotiva em tributo ao Ozzy Osbourne no MTV VMA’s, Steven Tyler e Joe Perry (Aerosmith) uniram forças com Yungblud para o EP One More Time, com lançamento marcado para 21 de novembro. O primeiro single, “My Only Angel”, saiu em 19 de setembro. People.com

Reflexão: A ponte entre gerações — onde o rock clássico encontra o rebelde contemporâneo — prova que o gênero não está preso ao passado. Ele dialoga.

• The Smashing Pumpkins anunciam estreia histórica na Índia como parte da turnê “Rock Invasion 2025”
A banda alternativa confirmou suas primeiras apresentações na Índia — em Bengaluru (11 de outubro) e Mumbai (12 de outubro) — encerrando mais de uma década longe do mercado asiático. The Times of India

Reflexão: O rock ultrapassa línguas, fronteiras e gerações. Quando atinge territórios pouco visitados, sua chama se expande.

• Bon Jovi voltam à Irlanda com mega show em Croke Park para 2026
Os veteranos anunciaram show no icônico estádio de Dublin em 30 de agosto de 2026, como parte da turnê “Forever”. O vocalista Jon Bon Jovi, 63, relatou o processo de recuperação vocal e a alegria de voltar para os fãs irlandeses após anos. The Sun

Reflexão: Quando o rock tem história, ele tem identidade — e se essa identidade volta aos lugares onde nasceu o fervor, o público responde.


🧠 O que esses acontecimentos nos dizem?

O rock vive em limiares: entre saúde e palco, entre passado e futuro, entre território conhecido e fronteiras novas. Essas notícias não são apenas eventos: são capítulos de um movimento que se recusa a definhar.

  • A paralisação de Ace Frehley lembra que legado requer cuidado.

  • A colaboração de Aerosmith + Yungblud mostra que o rock convive com renovação — e precisa dela.

  • A estreia dos Smashing Pumpkins na Índia simboliza que o palco global ainda pode ser conquistado.

  • O retorno de Bon Jovi à Irlanda reafirma que o rock clássico ainda pulsa, quando a entrega é real.

Para quem vive do som, ensina-se que o palco não é garantia — a vontade é. O riff, a voz, o palco: todos elementos, mas o que decide é o clamor — interno e externo.


✏️ Uma palavra final do Mestre

“O rock não se conforma em ser saudade — ele se reconstrói onde menos se espera. Hoje é sobre gira-mundos, colaborações impensadas, pausas forçadas e territórios redescobertos. Escute o silêncio, porque ele está prestes a explodir em feedback.”

Prepare seu amp, limpe aquela palheta mofada e volte ao alívio da distorção. Porque o rock não está apenas fazendo barulho: está dizendo algo.