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quarta-feira, dezembro 03, 2025
“Velhas Lendas, Novos Trovões: Como os Ícones ainda Mandam no Jogo”
🎸 Matéria do Dia – Rock Clássico em Ebulição
“Velhas Lendas, Novos Trovões: Como os Ícones ainda Mandam no Jogo”
Por Mestre Fernando Carvalho
São Paulo — 3 dezembro 2025
Mesmo com décadas de história, algumas bandas e artistas clássicos não se aposentam — eles redefinem o palco, reescrevem o contrato e provam que os ossos podem envelhecer, mas o riff não. Esta semana reserva momentos de tensão, nostalgia e expectativa para quem ama o rock direto ao osso.
🔥 As manchetes mais quentes do momento:
• Deep Purple pode estar perto de se despedir — vocalista admite crise de saúde
O vocalista Ian Gillan, da lendária Deep Purple, admitiu publicamente que suas dificuldades de visão podem levar a um adeus aos palcos nos próximos meses. Ele afirmou que, caso sinta que não dará conta, prefere parar a tempo — “antes de ser um peso, quero ser qualidade, dignidade.” Loudwire
O peso da idade: A declaração traz um misto de nostalgia e urgência. Para os fãs, cada show se torna precioso; para o rock, cada riff se torna relíquia.
• Audioslave — material guardado continua à espera: Tom Morello anuncia que ainda não há previsão para lançamento de gravações inéditas
Apesar de rumores desde 2019, quando Morello revelou haver um “disco inteiro de músicas inéditas” guardado, as sessões persistem na gaveta. Em entrevista recente, ele declarou que não há planos concretos para liberar esse acervo tão cedo. Ultimate Classic Rock
O que ficou no silêncio: Para fãs de Audioslave e amantes de riffs crus pós-90, a notícia é um punhal. Trabalhos gravados, cheios de história e potencial, seguem fora do alcance — um lembrete de que nem todo legado é compartilhado.
• A lista dos 500 maiores riffs/songs de rock de todos os tempos busca os votos dos fãs — hora de escolher os seus imortais
O portal de rock clássico anunciou a abertura de votação para sua seleção definitiva das “500 maiores canções de rock de todos os tempos”. Do blues pesado à psicodelia, do hard rock clássico ao metal, a escolha será popular — e cada voto vale como testemunho de amor ao riff verdadeiro. hellorayo.co.uk
Por quê importa: Mais que rankings, essas listas atuam como pontes que conectam gerações — e ajudam a manter viva a memória dos que construíram o rock.
🧠 Análise Crônica do Mestre
O rock clássico está num momento de equilíbrio entre saudade e urgência. De um lado, nomes como Gillan e Deep Purple enfrentam o peso da idade; de outro, há enigmas não resolvidos — discos guardados em cofres frios, como os da ex-Audioslave — que alimentam a curiosidade, o desejo e a frustração.
Mas há algo pulsando: esse chamado dos fãs para celebrar, escolher, votar, revisitar, tocar junto — é a prova de que o rock não vive apenas no suor de palco: vive na lembrança, na reverência, no riff que continua girando nos toca-discos, nas memórias e nas playlist pessoais.
A formação de um clássico muitas vezes acontece fora da cena, em bancadas de mixagem, em fitas esquecidas. E cabe a nós — fãs, músicos e guardiões do tom — exigir, reivindicar, resgatar. Porque rock não é apenas passado: quando o riff é bom, ele nunca morre. Ele ecoa.
segunda-feira, dezembro 01, 2025
“Pulso Ativo: O Rock e Metal que Não Param de Mover o Mundo”
🎤 Speed Zine – Matéria do Dia
“Pulso Ativo: O Rock e Metal que Não Param de Mover o Mundo”
Por Mestre Fernando Carvalho
Catanduva São Paulo, 01-12-2025
Quando muitos declararam o rock como “gênero de museu”, ele resolveu responder alto — com turnês explosivas, lançamentos afiados e rampas de lançamento para uma nova geração faminta por som real. As notícias da semana mostram: o rock/metal não apenas respira — ele ruge, cresce e expande território.
🔥 Destaques que balançaram o cenário esta semana
1. Guns N’ Roses anuncia turnê mundial 2026 e novo single para dezembro
A lenda do hard rock não para: a banda confirmou uma turnê global para 2026, com diversas datas e passagens por América do Sul, Europa e América do Norte. Além disso, anunciou o lançamento de duas músicas inéditas — “Nothin” e “Atlas” — na próxima terça-feira, 2 de dezembro, trazendo ao universo roqueiro a promessa de novo material oficial após um período de relativa calmaria. People.com+1
Por que importa: Quando GNR fala, o chão treme — e para nós, é sinal de que riffs, guitarras e atitude não morreram. É reafirmação que o rock grande ainda tem palco, fôlego e fome de novo sangue.
2. Radiohead retoma turnê após 7 anos — a dor, a mágica e a retina aberta
Depois de uma pausa de sete anos, a banda inglesa voltou aos palcos com uma turnê europeia com 20 shows, percorrendo capitais e arenas de peso. O retorno veio com reverência — e também com a certeza de que a arte pode ser passada adiante como cicatriz sonora. Wikipedia
Por que interessa: Radiohead nos lembra que o rock pode ser introspectivo, existencial e ainda sim atravessar décadas sem perder a relevância. Para guitarristas, baixistas e sonhadores: estudar composições intensas, atmosferas densas e som que não apenas agita — mas emociona.
3. Cresce a onda de tours e shows — imprensa aponta 14 turnês novas de rock/metal anunciadas só na semana passada
Segundo levantamento recente da mídia especializada, a última semana viu o anúncio de 14 novas turnês internacionais de rock e metal, atingindo desde nomes clássicos a bandas emergentes. Loudwire
Sinal de fumaça: A demanda por shows ao vivo está viva. E quem duvidou que o público largou o palco ao vivo queixo arriado — cuidado. O underground, o alternativo e o mainstream se cruzam de novo, no palco, sob o mesmo volume.
🧠 Observações & Crônicas do Mestre
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Velhas feras, novo fôlego. GNR e Radiohead mostram que longevidade não é ausência de mudança — é adaptação com dignidade. É possível envelhecer e continuar essencial.
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Turnês como oxigênio. Com tantos shows anunciados, o mercado mostra que aposta alto no ao vivo: dinheiro, movimento, encontros e adrenalina. Mas depende de quem leva o som — e de quem encara o risco com alma.
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Infraestrutura de cena. Mais turnês = mais estrutura pra bandas pequenas abrirem porta, técnicos trabalhando, fanzines espalhando rumor e o underground borbulhando. Pra quem é de guitarra, baixo, bateria — é fôlego novo.
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Para os músicos: preparem-se. Ensaiem, gravem, criem. Porque o palco volta com fome. Ele não espera por perfeição — espera por verdade.
✊ Conclusão do Mestre
“Eles anunciam turnês, lançam material e dizem que o rock morreu. A gente escuta o riff, sente a vibração no peito e responde: o rock nunca morreu — ele está apenas se reerguendo. E dessa vez, mais faminto, mais urgente, mais real.”
Então ajuste o pedal, limpe a palheta, afine a guitarra ou o baixo — o momento é agora. O palco espera. O público também. E o Speed Zine segue firme, pra registrar cada estalo de corda, cada grito gravado, cada alma que resiste no tom.
Fwd: 📢 Last Call – Black Friday Sale Ends at Midnight!
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Fernando, Novo Trabalho de Aula de teclado (Online) - id 2614722
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