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JUDAS PRIEST e outros CONFIRMA TURNÊ MUNDIAL “METAL MASTERS 2026”

 



SPEED ZINE

Nos Trilhos do Futuro

As Notícias Mais Quentes do Mundo Rock/Metal em 2026

Por Mestre Fernando Carvalho

O ano de 2026 não chegou em silêncio. Ele veio com amplificadores ligados, baquetas no ar e riffs que atravessam gerações. O rock e o metal, tantas vezes dados como “mortos” por analistas apressados, mostram mais uma vez que são forças culturais resilientes, mutantes e absolutamente vivas. O Speed Zine entra nesse novo ciclo com os olhos atentos, os ouvidos abertos e o espírito afiado.

A seguir, as notícias que estão moldando o presente — e o futuro — da música pesada.


1. RUSH ANUNCIA RETORNO PARA TURNÊ EM 2026

Poucas palavras causaram tanto impacto quanto essa: Rush está de volta. A banda canadense anunciou oficialmente uma turnê especial em 2026, com Mike Portnoy assumindo as baquetas em respeito e homenagem ao eterno Neil Peart. Não se trata de substituição — trata-se de reverência. O projeto promete celebrar o legado progressivo da banda com precisão técnica, emoção e maturidade artística. O mundo prog parou para ouvir.


2. JUDAS PRIEST CONFIRMA TURNÊ MUNDIAL “METAL MASTERS 2026”

O heavy metal em sua forma mais pura retorna às estradas. O Judas Priest anunciou a turnê global Metal Masters 2026, reafirmando sua posição como uma das colunas definitivas do gênero. Riffs cortantes, vocais de aço e uma produção pensada para arenas: o Priest mostra que o metal tradicional não apenas sobrevive — ele comanda.


3. ROADHOUSE 66 COMEMORA 30 ANOS ENTRE NOSTALGIA E ELETRICIDADE

O lendário festival Roadhouse 66 completa três décadas e prepara uma edição histórica. O evento promete unir nomes clássicos do rock com novas forças do cenário alternativo e pesado. É a prova viva de que tradição e renovação não são opostas — são complementares. O Roadhouse 66 segue como um ponto de encontro entre passado, presente e futuro.


4. SLAYER CONFIRMA RETORNO COM TURNÊ MUNDIAL EM 2026

Quando o Slayer fala, o underground escuta. A banda confirmou seu retorno aos palcos em uma turnê mundial que promete ser brutal, direta e sem concessões. Thrash metal visceral, sem maquiagem e sem nostalgia vazia. O Slayer retorna para lembrar que agressividade também é identidade cultural.


5. TRIBUTO AO PEARL JAM COM STONE GOSSARD E MATT CAMERON

O grunge volta ao centro do palco em um tributo liderado por Stone Gossard e Matt Cameron. Mais do que um show comemorativo, o projeto busca revisitar a essência emocional e social do Pearl Jam, reunindo músicos convidados e interpretações profundas. Uma celebração da música como voz de uma geração.


6. TOOL FINALIZA NOVO ÁLBUM E PLANEJA TURNÊ MONUMENTAL

O Tool encerrou oficialmente as gravações de seu novo álbum, um dos lançamentos mais aguardados da música progressiva contemporânea. Conhecida por sua abordagem conceitual, matemática e quase ritualística, a banda já sinaliza uma turnê grandiosa, com experiências audiovisuais imersivas. O prog moderno prepara mais um capítulo denso e provocador.


7. ARC OF COLLAPSE SURPREENDE E LIDERA NOVA ONDA DO HARD ROCK

Entre os nomes emergentes, o Arc of Collapse se destaca como uma das forças mais interessantes do hard rock atual. Combinando peso, atmosfera e identidade moderna, a banda lidera playlists, festivais e debates. Não é revival — é evolução. Um sinal claro de que o rock pesado continua se reinventando.


CONCLUSÃO — O SOM NÃO PARA

2026 deixa claro: o rock e o metal não vivem de passado. Vivem de movimento. Entre retornos históricos, homenagens respeitosas e novas forças criativas, o cenário mostra maturidade, diversidade e potência cultural.

O Speed Zine segue na linha de frente, registrando cada distorção, cada virada de bateria e cada nova chama acesa no amplificador da história.

Porque enquanto houver atitude, haverá rock.
E enquanto houver rock, haverá Speed Zine.

⚡ Psicodelia viva, não museu sonoro aqui é Kadavar

 




SPEED ZINE – MATÉRIA ESPECIAL

Kadavar: Psicodelia em Estado Bruto Retorna ao Brasil Após Oito Anos

O underground europeu volta a olhar para o Brasil — e desta vez não é por acaso. Os alemães do Kadavar, uma das maiores referências do hard rock psicodélico moderno, confirmaram um show único em solo brasileiro no dia 21 de março de 2026, no Carioca Club, em São Paulo. Um evento raro, cirúrgico e altamente simbólico.

Após oito anos de ausência, a banda retorna impulsionada por dois álbuns lançados em 2025, trabalhos que aprofundam ainda mais a identidade sonora do grupo: riffs analógicos, espírito setentista, densidade lisérgica e uma postura artística que rejeita modismos fáceis. Kadavar não revisita o passado — eles o reativam.


🔮 Mais que um show: um sinal claro do mercado

Esse anúncio carrega um peso maior do que parece à primeira vista. Em um cenário global onde turnês são cada vez mais seletivas, o Brasil segue sendo tratado como território estratégico por bandas internacionais que pensam além da nostalgia.

Kadavar não vem para “lembrar como era”.
Vem para afirmar como é.

Um show exclusivo, fora de festivais inchados, em um espaço tradicionalmente ligado à música autoral e intensa, indica respeito ao público brasileiro — um público que ouve, consome, estuda e sustenta a cena.


⚡ Psicodelia viva, não museu sonoro

Enquanto parte do rock vive de reprises, Kadavar constrói uma ponte sólida entre décadas. O som carrega a alma do Sabbath, o peso do proto-metal, o espírito livre do krautrock e a urgência contemporânea de quem ainda acredita que música é experiência física, espiritual e coletiva.

Esse retorno ao Brasil reafirma algo que o Speed Zine defende desde sempre:

o rock segue vivo onde há risco, identidade e entrega real.


📍 Serviço essencial

  • Kadavar – Show Único no Brasil

  • 🗓 21 de março de 2026

  • 📌 Carioca Club – São Paulo/SP


✍️ Editorial Speed Zine

Kadavar no Brasil não é apenas uma data na agenda.
É um lembrete: o underground global ainda pulsa, e o Brasil continua no mapa de quem leva o rock a sério.

Sem nostalgia vazia.
Sem pose.
Sem concessões.

A psicodelia volta a ecoar.
E quem entende, estará lá.

Speed Zine
Rock não é passado. É estado de espírito.

Apoio Cultural: PIX - $01,00, $05,00 e $10,00

 https://livepix.gg/fernandoguitarbass ...

ESTÚDIOS CASEIROS DOMINAM OS BASTIDORES

 

NOS BASTIDORES DO ROCK: O QUE REALMENTE ESTÁ ACONTECENDO LONGE DOS PALCOS

Speed Zine – Editorial do Dia
Por Mestre Fernando Carvalho

Enquanto o público vê luzes, solos e refrões cantados em coro, o verdadeiro rock continua acontecendo longe do palco. Nos camarins apertados, nos ônibus de turnê, nos grupos de mensagem, nos estúdios improvisados e nas conversas que nunca viram manchete. É ali, nos bastidores, que o rock de hoje está sendo redefinido.

1. O RETORNO DO COLETIVO (E O FIM DO “EU” ABSOLUTO)

Nos bastidores do rock mundial e nacional, uma mudança silenciosa está em curso:
menos ego, mais coletivo.

Bandas que sobrevivem hoje são aquelas que funcionam como equipes, não como vitrines individuais. Há mais diálogo interno, mais decisões compartilhadas e menos tolerância a comportamentos destrutivos que eram romantizados no passado.

O mito do “gênio impossível” perdeu força.
O profissional consistente ganhou espaço.

2. SAÚDE MENTAL DEIXOU DE SER TABU

Outro assunto quente nos bastidores é algo que antes era empurrado para baixo do tapete: saúde mental.

Artistas estão:

  • Reduzindo turnês excessivas

  • Reorganizando agendas

  • Fazendo pausas criativas sem culpa

  • Buscando terapia e acompanhamento

O rock não ficou mais fraco.
Ficou mais consciente.

E isso tem refletido diretamente na qualidade dos discos e dos shows.

3. A GUERRA DOS BASTIDORES: ANALÓGICO x DIGITAL

Nos camarins e estúdios, a discussão é constante:
valvulado ou modelador? pedalboard ou plugin? fita ou DAW?

O que realmente acontece é um acordo silencioso:
os músicos mais experientes estão usando ambos.

O purismo caiu.
O pragmatismo venceu.

O foco voltou para o que importa: resultado sonoro e identidade.

4. O NOVO PAPEL DAS REDES SOCIAIS (SEM ILUSÃO)

Nos bastidores, ninguém mais acredita que “viralizar” resolve tudo.

As bandas entenderam que:

  • Redes sociais são ferramenta, não carreira

  • Conteúdo precisa ter constância

  • Show bom ainda é a base de tudo

  • Público real vale mais que números inflados

A fase do desespero por algoritmo está sendo substituída por estratégia de longo prazo.

5. ESTÚDIOS CASEIROS DOMINAM OS BASTIDORES

Uma realidade clara:
boa parte dos discos atuais nasce em home studios.

Gravações de guitarras, baixos, vozes e até baterias híbridas são feitas fora de grandes estúdios.
O dinheiro economizado vai para:

  • Produção artística

  • Capa

  • Divulgação

  • Turnê

O backstage do rock ficou mais técnico e menos luxuoso — e isso é positivo.

6. O RETORNO DO “APRENDER DE VERDADE”

Um movimento forte nos bastidores: músicos voltando a estudar.

Mais teoria.
Mais prática consciente.
Mais respeito ao instrumento.

A fase do “aprender só por vídeo rápido” está sendo questionada. Muitos perceberam que, sem base, não há longevidade.

O bastidor revela guitarristas, baixistas e bateristas reaprendendo fundamentos.

7. O ROCK NÃO MORREU — ELE MUDOU DE LUGAR

Talvez o maior segredo dos bastidores seja este:
o rock não sumiu, ele apenas não pede mais permissão.

Ele vive:

  • Em circuitos independentes

  • Em festivais alternativos

  • Em cidades fora do eixo

  • Em projetos autorais fortes

  • Em comunidades reais

Menos glamour.
Mais verdade.

CONCLUSÃO — O FUTURO ESTÁ SENDO CONSTRUÍDO AGORA

O que está acontecendo nos bastidores do rock é uma reconstrução silenciosa.
Menos excessos vazios.
Mais consciência, técnica e identidade.

Quem olha apenas para o palco perde a melhor parte da história.
É atrás da cortina que o rock está sendo forjado novamente.

E quando ele volta ao palco…
volta mais forte.

https://livepix.gg/fernandoguitarbass

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O PROPÓSITO – A BASE QUE SEGURA TUDO

 


COMO FORMAR UMA BANDA NO MUNDO ATUAL

por Mestre Fernando Carvalho
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Introdução – A velha chama ainda queima
Formar uma banda continua sendo um dos maiores sonhos de qualquer estudante de guitarra, baixo, bateria ou voz. Apesar das mudanças do mercado, do avanço das redes sociais e da profissionalização do cenário musical, a verdade é simples: bandas ainda movem multidões, criam identidades e constroem legados. Para quem deseja entrar nesse universo, entender o caminho é tão importante quanto ter talento.

A seguir, um guia direto, técnico e inspirado, para quem quer montar sua banda e entrar no jogo real da música.

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1. O PROPÓSITO – A BASE QUE SEGURA TUDO
Antes de qualquer instrumento ser plugado, uma pergunta precisa ser respondida:
O que essa banda quer ser?

Existem quatro caminhos de propósito que definem quase tudo depois:

  1. Banda de repertório (shows, bares, casamentos, pubs, festas).

  2. Banda autoral (lançamentos, videoclipes, estratégia digital, turnês).

  3. Banda de projeto (experiência artística específica, projetos temáticos).

  4. Banda híbrida (repertório + músicas próprias).

Definir isso desde o início evita conflitos e cria um direcionamento sólido.

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2. O MERCADO – ENTENDER PARA ATUAR
O mercado musical atual funciona em duas grandes frentes:

A. Mercado de Palco (shows, eventos, casas noturnas)

  • Cresceu com a retomada pós-pandemia.

  • Bandas de rock clássico, pop rock e indie estão em alta.

  • Repertórios bem executados e com presença de palco continuam dominando.

B. Mercado Digital (Spotify, YouTube, TikTok, Instagram)

  • É onde a banda nasce para o mundo.

  • Lançamentos constantes geram relevância.

  • Clipes, bastidores, ensaios e trechos dos shows são fundamentais.

  • Bandas independentes crescem mais rápido hoje do que em qualquer outra época.

A regra atual:
Quem domina palco + conteúdo digital cria um ciclo de crescimento imbatível.

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3. O PÚBLICO – QUEM VOCÊ QUER IMPACTAR?
Não existe banda para “todo mundo”.
O público é construído a partir de:

  • Estética da banda

  • Repertório

  • Histórico das influências

  • Tipo de show

  • Comunicação nas redes

Exemplos de públicos:

  • Rock clássico

  • Punk/Hardcore

  • Metal extremo

  • Indie/Alternativo

  • Pop Rock

  • Música Instrumental

Cada nicho tem seus hábitos, suas casas de show, seus festivais, suas playlists.
Definir o público é definir o caminho.

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4. A EQUIPE – COMO ESCOLHER OS INTEGRANTES
Uma banda é uma sociedade artística e emocional.
Escolher integrantes é tão importante quanto escolher repertório.

Busque pessoas que tenham:

  • Compromisso real (ensaios, horários, agenda).

  • Conhecimento mínimo técnico.

  • Visão compatível.

  • Desejo de crescer.

  • Respeito e postura profissional.

Uma banda com músicos medianos mas unidos cresce mais que uma banda com virtuoses sem foco.

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5. ESTUDO – A FORMAÇÃO DOS MÚSICOS DE BANDA
O estudo é dividido em três frentes:

A. Técnica individual

  • Guitarristas: escalas, harmonia, riffs, acompanhamento, timbres.

  • Baixistas: groove, precisão, técnica da mão direita, fraseado.

  • Bateristas: métricas, dinâmica, consistência.

  • Vocalistas: respiração, impostação, resistência, presença.

B. Música de conjunto

  • Sincronização.

  • Divisão de frequências.

  • Arranjo coletivo.

  • Escuta ativa.

C. Repertório
O segredo é tocar junto, muitas vezes, a mesma música, até que tudo esteja “vivo”.

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6. EQUIPAMENTOS – O ESSENCIAL PARA COMEÇAR
Você não precisa ter o melhor equipamento do mundo.
Precisa ter o equipamento certo.

Guitarristas: guitarra confiável + pedal de drive + reverb/delay básico.
Baixistas: baixo confortável + compressor opcional.
Bateristas: kit simples bem regulado + pratos decentes.
Vocalistas: microfone próprio (essencial).
Todos: fones de ouvido para estudo e gravações.

No começo, estabilidade vale mais que luxo.

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7. ENSAIOS – O LABORATÓRIO DO SOM
A disciplina de ensaio define a qualidade da banda.

Regras práticas:

  • Nunca chegue sem estudar individualmente.

  • Grave os ensaios. Sempre.

  • Estabeleça metas por encontro.

  • Defina quem é o “diretor musical” do grupo.

  • Só aumente o repertório quando o atual estiver sólido.

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8. PRESENÇA DIGITAL – A VITRINE OBRIGATÓRIA
Hoje, uma banda precisa ser ativa em:

  • Instagram

  • YouTube

  • TikTok

  • Spotify (quando tiver músicas próprias)

  • Kwai (ótimo para alcance orgânico)

Conteúdos indispensáveis:

  • Trechos dos ensaios

  • Bastidores

  • Fotos conceituais

  • Lançamentos

  • Vídeos curtos com trechos poderosos

A banda que posta cresce.
A banda que some desaparece.

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9. PRIMEIROS SHOWS – COMO ENTRAR NA ROTA
Para começar, foque em:

  • Participar de festivais locais

  • Tocar em eventos comunitários

  • Fazer parcerias com casas pequenas

  • Organizar “mini eventos” com bandas amigas

  • Construir um histórico

Os primeiros shows são tijolos no castelo da sua trajetória.

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10. O MOMENTO ATUAL – A ERA DE OURO DOS INDEPENDENTES
Nunca foi tão possível formar uma banda, gravar material de qualidade e alcançar público sem depender de gravadoras.

Hoje é possível:

  • Gravar em home studio

  • Produzir videoclipes com celular

  • Fazer lançamentos estratégicos

  • Atingir milhares de pessoas sem investimento alto

Estamos vivendo a fase mais acessível e empolgante da história do rock para novos estudantes.

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Conclusão – A CHAMA DA NOVA GERAÇÃO
Se você está lendo isto, você já faz parte da geração que está reconstruindo a cena.
Novos guitarristas, baixistas, bateristas e vocalistas estão surgindo todos os dias, e cada banda que nasce fortalece o movimento.

Seja disciplinado.
Seja criativo.
E principalmente: monte sua banda e entre na roda.

O mundo precisa de novas histórias.
E talvez a próxima grande banda nasça exatamente onde você está agora.

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 COMEÇANDO DO ZERO

⚠ Atualizado 09-12-2025

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⚠ Fernando Carvalho

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Nasceu em Catanduva SP , trabalhou de mecânico ainda menino com 11 anos , tendo a musica como Hoby foi aprender musica clássica , ouvia muitas historias de sua Avó de como seu seu avô José sempre estava com o violão na mão e tocava muito bem , estas historias o influenciaram muito a começar a tocar violão. Mas nos anos 80 quando ouvi-o The Number of the Besast do Iron Maiden resolveu tocar guitarra. Ai começou o estudo de Rock , tocou em varias bandas a primeira foi Prisioneiros das Nuvens depois veio Esquina do Pecado com Marcelo (Banda Rooster), Encolhedores de Cabeça ,Banda Purpura ,Nave Mãe, Filhos da Lua . Nos anos 90 ,Kueps ,Blood Cross ,Hedes ,undergroundv ,Cáscara Sagrada, Eletric Gardem representando Catanduva SP na Expo Music de 1999 em SP onde tocamos em um festival dentro do evento.

Aulas particulares desde 1989.

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2026 já começou, veja as novas matérias.

Escravo de Jó com alunos de Fernando Carvalho Estação Cultura de Catandu...

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“Velhas Lendas, Novos Trovões: Como os Ícones ainda Mandam no Jogo”

 



🎸 Matéria do Dia – Rock Clássico em Ebulição

“Velhas Lendas, Novos Trovões: Como os Ícones ainda Mandam no Jogo”

Por Mestre Fernando Carvalho

São Paulo — 3 dezembro 2025

Mesmo com décadas de história, algumas bandas e artistas clássicos não se aposentam — eles redefinem o palco, reescrevem o contrato e provam que os ossos podem envelhecer, mas o riff não. Esta semana reserva momentos de tensão, nostalgia e expectativa para quem ama o rock direto ao osso.


🔥 As manchetes mais quentes do momento:

• Deep Purple pode estar perto de se despedir — vocalista admite crise de saúde

O vocalista Ian Gillan, da lendária Deep Purple, admitiu publicamente que suas dificuldades de visão podem levar a um adeus aos palcos nos próximos meses. Ele afirmou que, caso sinta que não dará conta, prefere parar a tempo — “antes de ser um peso, quero ser qualidade, dignidade.” Loudwire

O peso da idade: A declaração traz um misto de nostalgia e urgência. Para os fãs, cada show se torna precioso; para o rock, cada riff se torna relíquia.

• Audioslave — material guardado continua à espera: Tom Morello anuncia que ainda não há previsão para lançamento de gravações inéditas

Apesar de rumores desde 2019, quando Morello revelou haver um “disco inteiro de músicas inéditas” guardado, as sessões persistem na gaveta. Em entrevista recente, ele declarou que não há planos concretos para liberar esse acervo tão cedo. Ultimate Classic Rock

O que ficou no silêncio: Para fãs de Audioslave e amantes de riffs crus pós-90, a notícia é um punhal. Trabalhos gravados, cheios de história e potencial, seguem fora do alcance — um lembrete de que nem todo legado é compartilhado.

• A lista dos 500 maiores riffs/songs de rock de todos os tempos busca os votos dos fãs — hora de escolher os seus imortais

O portal de rock clássico anunciou a abertura de votação para sua seleção definitiva das “500 maiores canções de rock de todos os tempos”. Do blues pesado à psicodelia, do hard rock clássico ao metal, a escolha será popular — e cada voto vale como testemunho de amor ao riff verdadeiro. hellorayo.co.uk

Por quê importa: Mais que rankings, essas listas atuam como pontes que conectam gerações — e ajudam a manter viva a memória dos que construíram o rock.


🧠 Análise Crônica do Mestre

O rock clássico está num momento de equilíbrio entre saudade e urgência. De um lado, nomes como Gillan e Deep Purple enfrentam o peso da idade; de outro, há enigmas não resolvidos — discos guardados em cofres frios, como os da ex-Audioslave — que alimentam a curiosidade, o desejo e a frustração.

Mas há algo pulsando: esse chamado dos fãs para celebrar, escolher, votar, revisitar, tocar junto — é a prova de que o rock não vive apenas no suor de palco: vive na lembrança, na reverência, no riff que continua girando nos toca-discos, nas memórias e nas playlist pessoais.

A formação de um clássico muitas vezes acontece fora da cena, em bancadas de mixagem, em fitas esquecidas. E cabe a nós — fãs, músicos e guardiões do tom — exigir, reivindicar, resgatar. Porque rock não é apenas passado: quando o riff é bom, ele nunca morre. Ele ecoa.


“Pulso Ativo: O Rock e Metal que Não Param de Mover o Mundo”

 


🎤 Speed Zine – Matéria do Dia

“Pulso Ativo: O Rock e Metal que Não Param de Mover o Mundo”

Por Mestre Fernando Carvalho

Catanduva São Paulo, 01-12-2025

Quando muitos declararam o rock como “gênero de museu”, ele resolveu responder alto — com turnês explosivas, lançamentos afiados e rampas de lançamento para uma nova geração faminta por som real. As notícias da semana mostram: o rock/metal não apenas respira — ele ruge, cresce e expande território.


🔥 Destaques que balançaram o cenário esta semana

1. Guns N’ Roses anuncia turnê mundial 2026 e novo single para dezembro

A lenda do hard rock não para: a banda confirmou uma turnê global para 2026, com diversas datas e passagens por América do Sul, Europa e América do Norte. Além disso, anunciou o lançamento de duas músicas inéditas“Nothin” e “Atlas” — na próxima terça-feira, 2 de dezembro, trazendo ao universo roqueiro a promessa de novo material oficial após um período de relativa calmaria. People.com+1

Por que importa: Quando GNR fala, o chão treme — e para nós, é sinal de que riffs, guitarras e atitude não morreram. É reafirmação que o rock grande ainda tem palco, fôlego e fome de novo sangue.

2. Radiohead retoma turnê após 7 anos — a dor, a mágica e a retina aberta

Depois de uma pausa de sete anos, a banda inglesa voltou aos palcos com uma turnê europeia com 20 shows, percorrendo capitais e arenas de peso. O retorno veio com reverência — e também com a certeza de que a arte pode ser passada adiante como cicatriz sonora. Wikipedia

Por que interessa: Radiohead nos lembra que o rock pode ser introspectivo, existencial e ainda sim atravessar décadas sem perder a relevância. Para guitarristas, baixistas e sonhadores: estudar composições intensas, atmosferas densas e som que não apenas agita — mas emociona.

3. Cresce a onda de tours e shows — imprensa aponta 14 turnês novas de rock/metal anunciadas só na semana passada

Segundo levantamento recente da mídia especializada, a última semana viu o anúncio de 14 novas turnês internacionais de rock e metal, atingindo desde nomes clássicos a bandas emergentes. Loudwire

Sinal de fumaça: A demanda por shows ao vivo está viva. E quem duvidou que o público largou o palco ao vivo queixo arriado — cuidado. O underground, o alternativo e o mainstream se cruzam de novo, no palco, sob o mesmo volume.


🧠 Observações & Crônicas do Mestre

  • Velhas feras, novo fôlego. GNR e Radiohead mostram que longevidade não é ausência de mudança — é adaptação com dignidade. É possível envelhecer e continuar essencial.

  • Turnês como oxigênio. Com tantos shows anunciados, o mercado mostra que aposta alto no ao vivo: dinheiro, movimento, encontros e adrenalina. Mas depende de quem leva o som — e de quem encara o risco com alma.

  • Infraestrutura de cena. Mais turnês = mais estrutura pra bandas pequenas abrirem porta, técnicos trabalhando, fanzines espalhando rumor e o underground borbulhando. Pra quem é de guitarra, baixo, bateria — é fôlego novo.

  • Para os músicos: preparem-se. Ensaiem, gravem, criem. Porque o palco volta com fome. Ele não espera por perfeição — espera por verdade.


✊ Conclusão do Mestre

“Eles anunciam turnês, lançam material e dizem que o rock morreu. A gente escuta o riff, sente a vibração no peito e responde: o rock nunca morreu — ele está apenas se reerguendo. E dessa vez, mais faminto, mais urgente, mais real.”

Então ajuste o pedal, limpe a palheta, afine a guitarra ou o baixo — o momento é agora. O palco espera. O público também. E o Speed Zine segue firme, pra registrar cada estalo de corda, cada grito gravado, cada alma que resiste no tom.