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Mestre Coração Revela Segredo para Sucesso #aulacomfc
🎼 A guitarra como arquitetura sonora
🎸 MATÉRIA 4 – GUITARRA
ADM: Wellington Peslow
O domínio do riff como linguagem da guitarra moderna
Na guitarra, há músicos que tocam notas.
E há músicos que constroem linguagem.
Wellington Peslow pertence ao segundo grupo.
Sua abordagem na guitarra não se limita à execução técnica, mas à compreensão profunda do riff como unidade de expressão musical — o ponto onde ritmo, harmonia e identidade se encontram.
🔥 O riff como DNA do guitarrista
Para Wellington, o riff não é apenas uma sequência de notas repetidas.
É o DNA sonoro de uma música.
Enquanto muitos guitarristas focam exclusivamente em solos, ele desenvolveu uma visão estratégica da guitarra:
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O riff como base emocional da música
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O groove como motor do impacto sonoro
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A repetição como força estética
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A variação como assinatura pessoal
Essa mentalidade transforma a guitarra em um instrumento de discurso, não apenas de performance.
⚙️ Técnica com propósito musical
O diferencial de Wellington Peslow está na forma como organiza a técnica.
Ele não toca para mostrar velocidade —
toca para construir sentido.
Entre os elementos que definem seu estilo estão:
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Precisão rítmica
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Clareza de articulação
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Controle de dinâmica
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Consciência harmônica
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Uso inteligente de pausas e acentuações
Cada riff é pensado como uma frase musical completa.
🎼 A guitarra como arquitetura sonora
Na visão de Wellington, a guitarra funciona como uma arquitetura:
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O riff é o alicerce
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A harmonia é a estrutura
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O solo é o discurso
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O timbre é a identidade
Essa perspectiva faz com que sua guitarra dialogue com a banda, em vez de competir com ela.
O resultado é um som coeso, forte e memorável.
🧠 Filosofia musical
Mais do que técnica, Wellington Peslow defende uma ideia central:
“O guitarrista não deve apenas tocar bem.
Ele deve fazer a música soar inevitável.”
Essa filosofia revela maturidade artística e visão musical — características raras mesmo entre guitarristas experientes.
⚡ Wellington Peslow e a nova geração da guitarra
Como ADM de guitarra, Wellington representa uma nova geração de músicos:
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Técnicos, mas conscientes
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Criativos, mas estruturados
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Virtuosos, mas musicais
Sua atuação inspira guitarristas iniciantes e intermediários a enxergarem a guitarra não como um desafio mecânico, mas como uma linguagem viva.
🎯 Conclusão editorial
Wellington Peslow não é apenas um guitarrista.
É um arquiteto de riffs, um estrategista do som e um intérprete da essência da guitarra moderna.
Na construção do projeto ADM, sua presença representa precisão, identidade e visão musical.
E, acima de tudo, prova que a guitarra não é apenas um instrumento —
é uma forma de pensamento
. ..
A Santíssima Trindade da Harmonia (I - IV - V)
O Triângulo Mágico:
Por que os acordes A, D e E são a base do Rock e do Blues?
Por: Mestre Fernando Carvalho Publicado originalmente no Speed Zine – Desde 2005 fortalecendo a cena.
Se você pegar a história da música popular do século XX, especialmente o Rock and Roll e o Blues, vai notar um padrão que se repete em milhares de canções. Não é coincidência. Existe uma força gravitacional que une três acordes específicos: Lá Maior (A), Ré Maior (D) e Mi Maior (E).
No curso Violão Para Todos, escolhemos esse trio como nossa fundação. Mas você sabe por que eles são chamados de "O Triângulo Mágico"?
https://escolademusicafernandocarvalho.coursify.me/
1. A Santíssima Trindade da Harmonia (I - IV - V)
Na teoria musical, quando tocamos no tom de Lá (A), o Ré (D) é o que chamamos de quarta e o Mi (E) é a quinta. Essa progressão, conhecida como I - IV - V, é a estrutura mais sólida da música ocidental.
O Lá (A) é a nossa casa, onde tudo começa e termina.
O Ré (D) traz o movimento, a sensação de que estamos indo para algum lugar.
O Mi (E) cria a tensão máxima, o "clímax" que implora para voltarmos para casa (o Lá).
2. O DNA do Blues e do Rock
O Blues de 12 compassos — a raiz de quase tudo o que ouvimos hoje — é construído inteiramente sobre essa relação. Quando você aprende a alternar entre A, D e E, você não está apenas aprendendo três posições; você está desbloqueando o código secreto para tocar sucessos de Elvis Presley, Chuck Berry, Beatles e Rolling Stones.
Se você quer o som do Rock clássico, esses três acordes entregam toda a energia necessária. Eles soam abertos, brilhantes e poderosos no violão.
3. A Facilidade que Liberta
Para o aluno do Violão Para Todos, especialmente para quem está começando agora — seja aos 18 ou aos 70 anos — esses acordes são mecanicamente amigáveis.
Eles permitem que você mantenha uma fôrma de mão relativamente estável.
Utilizam cordas soltas que ajudam o violão a "ecoar" mais, perdoando pequenos erros de iniciante.
Com apenas esses três, o seu repertório salta de zero para centenas de músicas em poucos dias.
Conclusão: Três Acordes e a Verdade
Dizem que para fazer um bom Rock and Roll, você só precisa de "três acordes e a verdade". No nosso curso, a verdade é que qualquer pessoa pode tocar. O Triângulo Mágico é o seu passaporte. Não importa se você nunca segurou um instrumento antes ou se está retomando um sonho antigo; ao dominar o A, o D e o E, você já é um músico.
Gostou dessa matéria? Fique ligado no Speed Zine para as próximas lições diárias do curso Violão Para Todos.
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Pratique hoje mesmo: Monte o Lá, passe pelo Ré e sinta a pressão do Mi. A música está nas suas mãos!
Assinado: Mestre Fernando Carvalho
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Faça lives verticais e horizontais ao mesmo tempo
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“Rock em Ação: Turnês, Festivais Épicos e o Pulso do Som que Não Para”
🎸 Speed Zine – Matéria do Dia
“Rock em Ação: Turnês, Festivais Épicos e o Pulso do Som que Não Para”
Por Mestre Fernando Carvalho
O ano de 2026 começou com o rock e o metal tão vivos quanto o amplificador de um riff clássico — chamando público, quebrando fronteiras e reinventando presença física e cultural. Das grandes turnês às estreias históricas no Brasil, aqui estão os fatos que estão moldando o universo do rock agora.
🔥 Iron Maiden e sua monumental “Run For Your Lives” Tour seguem dominando estádios mundiais
A lendária turnê comemorativa de 50 anos do Iron Maiden, que percorre Europa, Américas e já tem presença confirmada em Santiago (Chile) e outros pontos da América Latina, trouxe à tona o poder de um grupo que continua relevante após meio século. Wikipedia
É história viva em forma de enclausuramento sonoro: show grandioso, setlist profundo e fãs de várias gerações cantando juntos — uma lembrança de que o metal clássico ainda é rito coletivo.
🔥 David Lee Roth anuncia nova turnê norte-americana em 2026
O icônico vocalista do Van Halen, David Lee Roth, confirmou uma série de 30 shows nos EUA para este ano — um retorno impactante do frontman que ajudou a definir o hard rock dos anos 80. Xsrock
Aos 71 anos, ele demonstra que idade é apenas um número quando a paixão e a performance ainda comandam o palco. Este movimento ressoa para músicos mais jovens como um sinal claro: atitude não se aposenta.
🔥 Festivais gigantes em alta: Monsters of Rock e Bangers Open Air prometem datas inesquecíveis
O clássico Monsters of Rock Brasil está confirmado para 4 de abril de 2026 no Allianz Parque – São Paulo, com Guns N’ Roses, Lynyrd Skynyrd e Halestorm já no line-up. Reddit+1
Enquanto isso, o Bangers Open Air 2026 também toma forma com um line-up brutal que inclui Noturnall e representantes do metal nacional ao lado de nomes internacionais – provando que o Brasil é rota obrigatória para experiências pesadas. MeUGamer
Do metal clássico ao peso atual, os festivais continuam sendo o coração pulsante do rock ao vivo.
🔥 A estreia internacional do Unto Others no Brasil
Uma das bandas mais respeitadas do cenário moderno, Unto Others, confirmou sua primeira apresentação no Brasil em 28 de março de 2026 — um momento simbólico para a cena alternativa e pesada. Igor Miranda
Shows desse tipo consolidam o país como destino estratégico no circuito global de turnês, não só para nomes clássicos, mas para artistas que estão moldando o som pesado contemporâneo.
🔥 Novas vozes e novas tendências: os artistas que importam em 2026
Segundo observadores especializados, 2026 será um ano marcado por artistas emergentes que misturam rock, punk, metal e elementos experimentais, apontando para um cenário que não apenas revive tradições, mas cria novas estéticas e rupturas sonoras. Kerrang!
Isso confirma uma tendência que já víamos: o rock deixa de ser apenas um gênero isolado e passa a ser uma interseção de estilos e identidades, abrindo espaço para inovação sem perder suas raízes no peso das guitarras.
🔥 Rock + Metal clássicos completam 40 anos — e ainda ecoam
Alguns dos álbuns mais influentes de rock e metal estão completando 40 anos em 2026, reforçando a longevidade e o impacto histórico desses trabalhos que definiram gerações. Loudwire
Esse marco não é apenas nostalgia — é prova de que o rock clássico ainda informa, inspira e é redescoberto por novos públicos.
🎤 Análise Crônica – O Pulso Atual do Rock
O que une todos esses acontecimentos é uma palavra: movimento.
Não se trata de olhar para trás com saudade.
Trata-se de confirmar que o rock/metal continuam atuantes, relevantes, amplificados e participativos:
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Turnês épicas que atravessam continentes.
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Festivais que agregam história e contemporaneidade.
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Estreias e primeiras vezes, como a de Unto Others.
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Renovações e reinvenções com artistas novos e emergentes.
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A força de nomes consagrados que ainda movimentam plateias gigantes.
O rock de 2026 não é espectro — é organismo em atividade.
Ele respira nos estádios, vibra nos clubes e pulsa nas veias dos fãs que não abrem mão da experiência ao vivo.
E é essa força coletiva que define o momento atual:
mais diversificado, mais arriscado e mais vivo do que nunca.
✍️ Conclusão — A Fênix Não Cessa
A cada notícia, a cada anúncio de turnê, a cada festival confirmado, vemos uma mesma verdade:
O rock não apenas continua — ele domina territórios, reconstrói narrativas e encontra novos caminhos.
E enquanto houver guitarras sendo afinadas, baquetas sendo trocadas, riffs sendo praticados, o Speed Zine continua de olho, no pulso, no coração e na alma do som real.
Rumble Wrapped: The Year That Broke the Feed
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