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MATÉRIA 6 – GUITARRA
ADM: Wellington Peslow
Foco nos Estudos – Parte 2
A evolução na guitarra não depende apenas de talento, mas principalmente da consistência e da qualidade do estudo. Depois de organizar a rotina (Parte 1), o próximo passo é aprender a manter o foco durante o tempo dedicado ao instrumento.
1. Estude com objetivos curtos e específicos
Evite estudar “qualquer coisa”. Defina metas claras:
10 minutos de alternate picking
10 minutos de tríades
10 minutos de aplicação em riffs ou músicas
Objetivos curtos mantêm o cérebro engajado e evitam dispersão.
2. Elimine distrações durante o treino
Desligue notificações do celular e evite interrupções. Um estudo de 30 minutos totalmente concentrado vale mais do que 2 horas com distrações constantes.
3. Estude devagar para aprender rápido
Velocidade é consequência de precisão. Use metrônomo e comece em tempos confortáveis, aumentando gradualmente. O controle técnico nasce da execução limpa.
4. Grave seus estudos
Registrar o próprio treino permite perceber erros que passam despercebidos durante a execução e ajuda a acompanhar a evolução semanal.
5. Finalize sempre tocando música
Depois dos exercícios técnicos, toque uma música ou improviso. Isso conecta técnica e musicalidade, mantendo a motivação sempre elevada.
Conclusão:
Foco não é estudar mais tempo, é estudar com intenção clara. Quando cada minuto de treino tem objetivo definido, o progresso se torna inevitável. @wellington_peslow Mestre @fernandorockfest
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Vagas limitadas.
A estética punk rejeitou o virtuosismo.
O foco era ritmo, agressividade e urgência.
Características clássicas:
Power chords (5ª justa, sem frescura)
Palhetada forte, quase violenta
Poucos efeitos (quando tinha)
Afinação nem sempre perfeita
Timbre cru, seco, direto
O erro fazia parte da mensagem.
Transformaram três acordes em uma religião.
Ritmo acelerado, downstrokes incansáveis e músicas curtas como socos.
Guitarra agressiva, simples e carregada de desprezo pelo sistema.
Não era sobre tocar bem — era sobre gritar com cordas.
Levaram o punk além do caos, misturando política, reggae e consciência social.
A guitarra aqui virou mensagem.
O punk fez algo revolucionário:
👉 Disse que qualquer um podia tocar guitarra.
Não precisava:
Estudar 10 anos
Ler partitura
Saber escalas exóticas
Bastava:
Ter algo a dizer
Ter coragem de tocar alto
Milhares de jovens pegaram guitarras porque o punk tirou o medo.
Sem a guitarra punk, não existiriam:
Hardcore
Grunge
Indie Rock
Post-punk
Garage Rock moderno
Bandas como Nirvana, Green Day, Offspring, Rancid e tantas outras são herdeiras diretas dessa simplicidade brutal.
A guitarra punk não pede licença.
Ela invade.
Ela erra.
Ela sangra.
Ela diz o que precisa ser dito — rápido.
E talvez essa seja a maior lição musical de todas.
Assina: Mestre Fernando Carvalho
🎸 Educação musical, atitude e história real do rock.
Na guitarra, há músicos que tocam notas.
E há músicos que constroem linguagem.
Wellington Peslow pertence ao segundo grupo.
Sua abordagem na guitarra não se limita à execução técnica, mas à compreensão profunda do riff como unidade de expressão musical — o ponto onde ritmo, harmonia e identidade se encontram.
Para Wellington, o riff não é apenas uma sequência de notas repetidas.
É o DNA sonoro de uma música.
Enquanto muitos guitarristas focam exclusivamente em solos, ele desenvolveu uma visão estratégica da guitarra:
O riff como base emocional da música
O groove como motor do impacto sonoro
A repetição como força estética
A variação como assinatura pessoal
Essa mentalidade transforma a guitarra em um instrumento de discurso, não apenas de performance.
O diferencial de Wellington Peslow está na forma como organiza a técnica.
Ele não toca para mostrar velocidade —
toca para construir sentido.
Entre os elementos que definem seu estilo estão:
Precisão rítmica
Clareza de articulação
Controle de dinâmica
Consciência harmônica
Uso inteligente de pausas e acentuações
Cada riff é pensado como uma frase musical completa.
Na visão de Wellington, a guitarra funciona como uma arquitetura:
O riff é o alicerce
A harmonia é a estrutura
O solo é o discurso
O timbre é a identidade
Essa perspectiva faz com que sua guitarra dialogue com a banda, em vez de competir com ela.
O resultado é um som coeso, forte e memorável.
Mais do que técnica, Wellington Peslow defende uma ideia central:
“O guitarrista não deve apenas tocar bem.
Ele deve fazer a música soar inevitável.”
Essa filosofia revela maturidade artística e visão musical — características raras mesmo entre guitarristas experientes.
Como ADM de guitarra, Wellington representa uma nova geração de músicos:
Técnicos, mas conscientes
Criativos, mas estruturados
Virtuosos, mas musicais
Sua atuação inspira guitarristas iniciantes e intermediários a enxergarem a guitarra não como um desafio mecânico, mas como uma linguagem viva.
Wellington Peslow não é apenas um guitarrista.
É um arquiteto de riffs, um estrategista do som e um intérprete da essência da guitarra moderna.
Na construção do projeto ADM, sua presença representa precisão, identidade e visão musical.
E, acima de tudo, prova que a guitarra não é apenas um instrumento —
é uma forma de pensamento
. ..
Por: Mestre Fernando Carvalho Publicado originalmente no Speed Zine – Desde 2005 fortalecendo a cena.
Se você pegar a história da música popular do século XX, especialmente o Rock and Roll e o Blues, vai notar um padrão que se repete em milhares de canções. Não é coincidência. Existe uma força gravitacional que une três acordes específicos: Lá Maior (A), Ré Maior (D) e Mi Maior (E).
No curso Violão Para Todos, escolhemos esse trio como nossa fundação. Mas você sabe por que eles são chamados de "O Triângulo Mágico"?
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Na teoria musical, quando tocamos no tom de Lá (A), o Ré (D) é o que chamamos de quarta e o Mi (E) é a quinta. Essa progressão, conhecida como I - IV - V, é a estrutura mais sólida da música ocidental.
O Lá (A) é a nossa casa, onde tudo começa e termina.
O Ré (D) traz o movimento, a sensação de que estamos indo para algum lugar.
O Mi (E) cria a tensão máxima, o "clímax" que implora para voltarmos para casa (o Lá).
O Blues de 12 compassos — a raiz de quase tudo o que ouvimos hoje — é construído inteiramente sobre essa relação. Quando você aprende a alternar entre A, D e E, você não está apenas aprendendo três posições; você está desbloqueando o código secreto para tocar sucessos de Elvis Presley, Chuck Berry, Beatles e Rolling Stones.
Se você quer o som do Rock clássico, esses três acordes entregam toda a energia necessária. Eles soam abertos, brilhantes e poderosos no violão.
Para o aluno do Violão Para Todos, especialmente para quem está começando agora — seja aos 18 ou aos 70 anos — esses acordes são mecanicamente amigáveis.
Eles permitem que você mantenha uma fôrma de mão relativamente estável.
Utilizam cordas soltas que ajudam o violão a "ecoar" mais, perdoando pequenos erros de iniciante.
Com apenas esses três, o seu repertório salta de zero para centenas de músicas em poucos dias.
Dizem que para fazer um bom Rock and Roll, você só precisa de "três acordes e a verdade". No nosso curso, a verdade é que qualquer pessoa pode tocar. O Triângulo Mágico é o seu passaporte. Não importa se você nunca segurou um instrumento antes ou se está retomando um sonho antigo; ao dominar o A, o D e o E, você já é um músico.
Gostou dessa matéria? Fique ligado no Speed Zine para as próximas lições diárias do curso Violão Para Todos.
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Pratique hoje mesmo: Monte o Lá, passe pelo Ré e sinta a pressão do Mi. A música está nas suas mãos!
Assinado: Mestre Fernando Carvalho